
Confesso que o seu nome (ou pseudônimo) me causou estranheza: Sigmon (Freud explica) e temor eu levei ao pé da letra. Mas, de-li-ca-de-za veio a confirmar as palavras de Fernando Pessoa: o poeta é um fingidor. Envolto num ar de mistério eu descobri um poeta sensível, como tem que ser mesmo os poetas. Parabéns e sucesso!






