
Gostei. me intereçou pois gosto de desenhar historias em quadrinhos, e sua narracao, soou um genero fictício para ilustrações de quadrinhos. basta criar um personagem X.
| Conquest - Entre Poissy e Mulhouse |
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| Literatura - Contos - Diversos |
Escrito por Brunno |
Qua, 27 de Fevereiro de 2008 15:52 |
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Paris, aeroporto particular do pólo petroquímico da V.Corp. Seis caças F-18 Hornet solicitaram um "fly by"à torre de controle que autorizou prontamente. Um pequeno exército foi destacado para ficar na pista enquanto o 747-400 da empresa de Vox baixava os flaps e aterrissava calmamente.
Victor Vox saiu da aeronave acompanhando sua esposa, à sua frente, tomando decisões da empresa que exigiam tempo dos dois. Enquanto ela decidia quais os novos rumos da Divisão de Navegação de Guerra, da qual era presidente, Vox ordenava a sua assessoria que marcasse o encontro com Nicholas Sarkozy. __Marque para amanhã, das sete e trinta as sete e quarenta e cinco, concederei quinze minutos ao presidente. - entrou no carro e seguiu acompanhado de uma horda de seguranças de deixar o Papa sentindo medo. Em outro avião de mesmo porte, porém, não tão confortável quanto um Boeing particular, uma criança estridente gritava mais uma vez querendo alguma coisa que uma pobre mãe sofrida não sabia o que era. O cara do outro lado tirava outra foto obscena do decote dela pelo celular e a comissária de bordo atirava uma bandeja de comida plástica com cara de sono. Pouco antes disso, aquela criança havia chutado, gritado, chorado, gritado novamente, depois teve um ataque de estresse infantil, o casal da frente bebeu demais e riu a noite toda, uma peça metálica estava machucando seu quadril, o avião teve turbulência e fez duas escalas por mal tempo. Quando Liv desembarcou em Paris aquela cidade parecia maldita. Uma ala inteira do De Gaulle estava interditada por ameaça de ataque terrorista, o que a fez andar quase oitocentos metros a mais até o freeshop por onde passou sem deixar vestígios. Na checagem do passaporte era obvio que o oficial de entrada não visse semelhança entre a moça sorridente e bonitinha da foto com a coisa descabelada, inchada e irritada parada diante dele. Logo que saiu do aeroporto notou que sua cidade natal não era tão fria quanto imaginava, Paris estava um gelo. Entrou no taxi e disse em francês para onde queria ir. O motorista rosnou e respondeu em inglês que estava aguardando outro passageiro e que ela não tentasse falar francês com ele, se não sabia falar bem. Liv quase deu um soco na nuca do homem. Disse que era canadense e fez um breve resumo da ópera que havia sido o vôo. Com pena o homem atendeu e a levou a um hotel perto de onde Gascoin devia estar... Noite na ravina. O mercenário havia escondido o pára-quedas e guardado as cordas consigo. Sentia um pouco de náuseas e dor de cabeça, isso é o que os alpinistas chamam de Mal das Montanhas, então, pra melhorar, comeu raízes de pinheiro que contém muita caloria e larvas de formigas, nunca as próprias formigas porque contém muito ácido fólico. A incursão estava programada para a noite posterior. Passaria o dia seguinte revendo seus passos e mantendo contato com o Dep. de Defesa. No meio da madrugada seu celular recebeu uma chamada de mensagem. "Carregado e travado." Saiu rapidamente de seu sono inicial e enviou outra mensagem. "O Conquest está avariado. Assinado: Olivier." Na manhã seguinte Vox dava um soco na mesa de café a sua frente. Amanda, sua esposa, segurou seu outro punho pedindo que contivesse os modos. Vox ouvia pouca gente no mundo além dele mesmo, pra falar a verdade ouvia somente sua esposa, e ambos sabiam como ela havia conseguido essa façanha. __Perdoe os modos de meu marido, Monsieur Le President. Mas concordo com ele quanto ao fato de que esta notícia não é das mais acalentadoras. - Amanda era sempre mais controlada nos assuntos sociais. Falava com o presidente Nicholas Sarkozy em um francês impecável, sem nenhum sotaque de sua terra natal, o País de Gales. __O que minha esposa quer dizer, Nicholas, é que não vou admitir esse tipo de quebra de protocolo dentro de seu país e acredito quem nem você. - Amanda travou levemente as unhas no punho do marido e sorriu para ele - senhor Presidente. __Eu entendo, Vox. Mas deve entender minha posição. Como acha que fica minha situação nessas circunstâncias? Se isso vier a público sob qualquer ângulo assistirei minha derrocada política! Acabo de assumir a presidência e pretendo mantê-la! Admitimos esse homem sob seus auspícios, não se esqueça. __Não sou responsável pelas ações dele, Presidente. Ambos temos nossos motivos para confiar no mercenário e garanto que os meus são inabaláveis! Esse tipo de denúncia deve ser apurado rapidamente. Fale novamente com seu homem, faça com que garanta a veracidade dessas informações e ainda assim, temos de agir dentro de maior discrição possível. __Cavalheiros, acalmem-se! Senhor Presidente, Victor e eu achamos pouco provável que o mercenário incorra nessas acusações. A segurança que ele conquistou de seu governo e nosso apoio são tudo que tem para ficar livre. Sem isso estaria apodrecendo numa cela de prisão. Nosso homem de campo não tem motivo para fazer o que acusa seu General, ninguém jamais compraria as informações. __Ainda que elas sejam pouco prováveis como vocês dizem, não posso simplesmente ignorar a opinião de meu General. Ainda mais em se tratando de alguém como Jubert! Por Deus Vox, é tão próximo dele quanto eu! __Deus não fica na mesma sala que eu, senhor Presidente. - dessa vez Amanda levou as mãos aos olhos - De qualquer forma, assim que tiver a confirmação disso tudo, por favor, me informe imediatamente. Antes de deixar a sala o Presidente apertou a mão de Vox e foi acompanhado até a porta por Amanda. Ainda combinaram de jantar juntos em Paris assim que aquilo tudo acabasse, a namorada do presidente, a cantora italiana Carla Bruni estrelaria uma nova peça musical em breve e ficaria muito feliz com a presença de Amanda. Ela agradeceu a gentileza e disse que imediatamente enviaria flores a Carla e que Nicholas lhe desse em um beijo em seu nome. __Victor, por favor, querido, da próxima vez que conferenciamos com o presidente da França, não esmurre a mesa, não o ameace e não seja mais megalomaníaco que o normal, sim? Victor segurou a esposa pela cintura e deu-lhe um caloroso beijo, estava sorrindo e isso era raro depois de uma reunião política. Disse a Amanda que ficasse descansada, ele tinha tudo sob controle. Noite na ravina. O mercenário apagou os vestígios do local onde acampara nos últimos dois dias e puxou sobre o rosto a máscara negra com olhos de safira. Checou as armas e os carregadores extras, deixando estes presos à perna esquerda para facilitar a recarga já que é destro. Desceria a ravina no início da noite pela face oeste, onde a luz da lua não incidia e chegaria ao limite do muro em vinte minutos com o mínimo de barulho. Encontrou um terreno acidentado no caminho e demorou mais tempo do que pretendia. Cronometrou esse tempo com folga porque sabia a que horas o soldado faria a única inspeção naquela parte da proteção murada. Tinha ainda dez minutos e nesse tempo, escalou o muro usando o equipamento eletrônico de escalada que havia solicitado ao Dep. No topo viu à sua esquerda que uma das câmeras de segurança iniciava sua carreira para o outro lado. Passou pelo muro e caiu como um gato do lado de dentro, mas sobre as folhas, o que chamou a atenção de um dos cães. O soldado veio puxado pelo Doberman babando e rosnando. Não se pode despistar um cachorro depois que ele trava o faro em alguma coisa. Só que às vezes os cachorros farejam qualquer coisa por isso o homem achou desnecessário dar um alerta. Gascoin havia solicitado duas armas exatamente por isso. Um tiro veio do escuro e matou o cachorro ao mesmo tempo em que o outro, menos de vinte centímetros do lado matou o homem. Ambos vieram quase do nível do chão. A mão esquerda não era a melhor mais ainda dava para o gasto, tivera um bom professor de tiro. Tomou o rádio do guarda e continuou caminhando pelo bosque. Os olhos de safira com sensores de calor mostravam as posições dos lasers presos nas árvores, bastava então, desviar deles o quanto fosse necessário, essa coisa de desviar os feixes com espelhos só dá certo mesmo nos filmes. Tinha uma rota de entrada e uma de saída. Ia cuidar primeiro da rota de saída. Verificou que no caminho pelo muro até a torre de observação leste os lasers eram seqüenciais e estáveis, tinha então uma saída. Não encontrou guardas pelo caminho e chegou à torre sem dificuldade. Havia dois guardas conversando e armados. O mercenário escalou alguns metros dos nove totais e prendeu dois explosivos plásticos acoplando neles os detonadores remotos. Havia coberto parte do perímetro e estabelecido uma rota de fuga, era hora da incursão ao alvo principal. Nessa mesma hora a bela Liv olhava as tomadas do hotel vagabundo em que estava hospedada. Vestia o roupão depois do banho e estava com os cabelos que pareciam os de um palhaço. Não que as tomadas fossem diferentes ou que a voltagem não fosse compatível, era que havia fios demais saindo dela. Choque iminente que ela recebeu com uma saraivada de palavrões pouco dignos de uma moça e fez com que o homem do apartamento de baixo batesse com uma vassoura no teto, recebendo umas pisadas em resposta, e mais impropérios. Aquela viagem estava sendo uma prova. Era como que um teste para ver se o safado do Gascoin valia pena. Sentada na cama, já vestindo uma calça jeans, camiseta, blusa, jaqueta, echarpe, gorro e luvas de couro, a bela ainda decidia se ia naquela hora até o endereço conseguido pelo amigo no Canadá ou se aguardava até de manhã. Decidiu que iria naquela hora mesmo. Ajeitou o cabelo e olhou novamente no espelho vagabundo do banheiro. Liv não tinha grana pra ficar em hotéis como o Le Hameau, em Poissy, então ficou hospedada num dos mais simples e o mais perto possível daquele bairro. Pegou o papel que continha o endereço Avenue du Bon Roi Saint-Louis. Seu objetivo era o número 1400 , em frente ao final da île de Migneaux, no Rio Sena. Pediu ao senhor que tomava conta da recepção para informá-la como chegar ao tal endereço e o homem, muito simpático, disse que se ela quisesse tomar um taxi deveria pedir ao chofer para tomar a Bulevar Pelletier até a Avenue de L'Europe. De lá ela deveria passar pela ponte sobre o Sena e tomar a Rue du Port. O elegante bairro de Poissy estaria á direita e se não lhe falhava a memória, o número 1400 era logo no início da avenida. Ela sorriu e agradeceu. Pensou em caminhar na noite parisiense, mas hesitou porque o homem do hotel disse que não era totalmente seguro. O taxi entrou na Rue du Port e Liv começou a abrir a boca de lábios grossos conforme avançavam pela Avenue du Bon Roi Saint-Louis. Era larga e com mais de quatro pistas de cada lado. O canteiro central era ricamente decorado com ipês amarelos aparados para ficar redondos de onde milhares de luzes emergiam dando uma coloração dourada ao local. No lado direito do taxi o imenso Rio Sena fazia sua curva descendente e subia para o norte da cidade. Entre as águas negras daquela hora da noite, dezenas de barcos de luxo singravam lentamente ao redor da île de Migneaux. Próximo à entrada do porto havia um recuo para os carros e um ponto de metrô. Ela desceu do taxi e não conseguia parar de olhar onde estava. A visão de Poissy à noite é deslumbrante. Os cafés com mesas nas terraces disputam espaço com galerias de arte e lojas de fama mundial. O hotel Le Hameau ficava próxima à esquina da rua 48. Sempre sorridente depois de descer do taxi, Liv começou a caminhar pela vasta calçada e a observar os casais sentados com cafés fumegantes, os senhores e senhoras muito bem vestidos e o movimento de carros pela avenida. Depois de caminhar quase cinco minutos viu o número desejado. Era um prédio de fachada antiga, acinzentado, mas muito elegante. Tinha cinco andares, um apartamento por andar e parecia bastante amplo. A entrada era por uma porta de vidro enegrecido com um porteiro trajando vinho e o número dourado era grande e visível. Havia em cada andar janelas amplas que davam para o rio e uma varanda que corria por toda frente. Ela sabia que o apartamento de Gascoin era no quinto andar e logo notou que as luzes estavam apagadas. Atravessou a rua e foi sorridente falar com o senhor de uniforme vinho. __Bonne nuit, monsieur. Je voudrais parle avec monsieur Gascoin. O homem ouviu atentamente e abriu um sorriso amistoso. __Sinto muito, senhorita, mas monsieur Gascoin está fora. Viajando a negócios. Ela desmanchou o sorriso e arqueou as sobrancelhas. O homem notou a decepção da jovem e perguntou se ela era amiga dele. Liv disse que sim. Disse que havia vindo do Canadá somente para vê-lo. Perguntou se havia previsão para sua volta e o porteiro respondeu que não sabia. Mas desejou que ela não estivesse cansada da viagem porque muitas vezes monsieur Gascoin deixava o apartamento durante semanas. Liv ficou ainda mais decepcionada. Ouvindo a conversa dos dois, uma senhora muito bem vestida abriu a porta saindo do prédio. Disse a Liv que não se preocupasse. Ela havia ouvido suas amigas dizerem que uma recepção ocorreria na cidade dentro de dois dias e que Henri estava convidado. O porteiro assentiu e afirmou que um convite havia chegado para ele. Liv não queria acreditar que aquilo estava acontecendo. A bondosa senhora disse para ela não se preocupar e voltar em dois dias ou mais, Henri jamais perdia aquelas festas, ainda mais em se tratando de um convite do próprio comitê central da presidência da França. A senhora pediu ao porteiro que desse a ela o número do telefone da recepção e instruir Liv a ligar antes de vir novamente, assim não perderia a viagem. Ela agradeceu e voltou seu curso pela calçada pensando agora em tomar um café e voltar ao hotel vagabundo. Bem distante do elegante Poissy o mercenário encontrava-se agachado junto ao muro limite da propriedade. Havia obtido uma planta da casa e estabelecera, ainda dentro do Hércules, os possíveis pontos de alarme. Conhecia Lince. Sabia que ele não deixaria pontos fracos na casa. Sabia ainda, que se ele mesmo treinara aqueles homens, eles não tombariam com a mesma facilidade do homem com o cachorro. Iludir. Parecia a única saída. De onde estava podia divisar fachos de luz das lanternas dos soldados nas laterais da casa. Os homens na torre quase imediatamente acima dele conversavam ruidosamente e riam, portanto, estavam distraídos, mas sabia que ao primeiro sinal de problema, eles seriam os primeiros a ver tudo. Enquanto manteve seu posto de observação na colina notou que os homens tinham um telefone dentro da cabine feita para proteger da chuva. Normalmente quando um deles tinha de atender a um chamado o outro mantinha-se observando os arredores da casa. Gascoin apostou que fariam diferente. Usou seu celular, mantido ligado, mas no modo vibratório, para fazer uma chamada à mansão. __Chateau de Montmartre - disse uma voz empolada, provavelmente um mordomo. __Bon nuit. Meu nome é monsieur Laplace, estou ligando apenas para avisá-los de que há um problema com a esposa de um segurança de vocês, um rapaz de pouco mais de trinta anos, cabelos pretos cortados rente, olhos castanhos, pouco mais de um metro e oitenta de altura, pode chamá-lo, por favor. __O senhor tem o nome desse homem? __Não, mas a senhora que não passa bem disse que seu marido trabalha ai, na torre. Ela esta dentro de um carro acidentado neste momento, por isso não posso saber seu nome, está desacordada. Já chamamos a ambulância, mas antes de desfalecer, ela insistiu para que chamasse por seu marido. O atendente pensou por alguns minutos. Sabia de os dois rapazes que estavam na torre naquele momento não eram casados, mas como havia troca de guardas poderia ser a esposa de alguém. Parecia importante e ele não gostava de incomodar seu patrão com assuntos de empregados. __Ouça monsieur, farei o seguinte: aguarde na linha um minuto que vou perguntar aos dois rapazes na torre se sabem onde está seu colega casado... __Isso seria ótimo, obrigado. Imediatamente Gascoin desligou e esperou. Na tranqüilidade e quietude da noite pôde ouvir o tilintar do telefonema no alto da torre. Viu um dos guardas rindo e entrando para atender à chamada, o outro, empolgado com o papo o seguiu para dentro da cabine. Pôs-se a correr guardando o tempo que teria de gastar até chegar perto da casa e os guardas dos lados entrarem em seu campo de visão. Correu o mais que pôde e ainda assim teve de saltar para o chão, rolar e bater as costas contra a parede externa da casa, por sorte havia uma reentrância na parede e o guarda que vinha pela sua esquerda não o viu. Olhou novamente para a torre e viu que os homens saíram da cabine, conversaram novamente, mas pararam de rir. Manteve esta posição por quase dois minutos e notou que eles não se comunicavam com ninguém pelos rádios apostos nas golas dos uniformes. Nenhum alerta havia sido disparado. Ainda atrás da marquise Gascoin viu a precipitação de vapor advinda da respiração. Àquela hora a temperatura era de cinco graus, mas a sensação térmica era de dois, excelente para ele, mas os guardas deviam estar irritados. Baixou sobre os calcanhares e manteve silêncio absoluto. O guarda passou a menos de um metro dele e não o viu. Portava um sub-metralhadora HK, a velha Heckler & Koch alemã, presa por velcro diante do tronco, uma Bereta 9mm na cintura e estava todo agasalhado. Gascoin deixou o homem passar e ficou imóvel na escuridão. Sabia que poderia usar com extrema eficiência a faca para derrubar o oponente sem chamar atenção de ninguém, mas escolheu sua Glock silenciada por um motivo simples. Sacou a arma e a encostou enviesada do lado esquerdo das costas do guarda. Pôde disparar dois tiros que dificilmente seriam ouvidos pelos homens da torre devido ao silenciador, mas era uma chance. As pesadas roupas do guarda abafaram o restante do barulho sobrando pouco mais que o mesmo que duas moedas caindo no chão de meia altura, apenas ferrolho contra espoleta de bala. O mercenário amparou o corpo em queda e puxou para a escuridão da reentrância. Não poderia deixar o corpo tempo demais naquela posição ou seria descoberto rapidamente, mas a idéia era entrar logo e sair logo. A planta da casa, memorizada nos últimos dias, contavam com os três andares irregulares da mansão de Montmartre. O invasor havia planejado entrar pelo segundo. De onde ele estava havia uma sacada há quatro metros do chão e abaixo dela uma casinha de abrigava os botijões de gás da cozinha sul. Mesmo subindo em uma para chegar á outra faltaria alguns metros. O jeito seria escalar a janela e subir pela lateral. Gascoin começou seu curso e notou que de repente as luzes do refletor da torre se acendiam. O facho de luz criado pelo imenso refletor oscilava de um lado a outro, mas ainda pesquisando o pátio posterior da mansão. Era óbvio que cedo ou tarde eles iluminariam a casa. Apressou-se e conseguiu chegar à varanda, onde pulou e caiu com habilidade sem fazer qualquer barulho. Para sua sorte a varanda tinha um para-peito fechado e pôde se abaixar quando o intenso facho de luz passou por cima. Aguardou alguns segundos e notou que não mantinham a iluminação na mesma posição, portanto, estava tranqüilo, ainda sem alertas. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Qui, 28 de Fevereiro de 2008 05:42 |