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Literatura - Poesias

Escrito por adriano
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Qua, 02 de Abril de 2008 10:13
A imensidão crepuscular da dor
Solitude de um eremita
Ruminando tristezas sem fim
Ciúme, desconfiança e raiva
Os magos do infortúnio
não apagam vivas memórias
Que cavalgam aos pares pelas
Turvas e espessas matas do sono.

Toda a nossa vida
Navegou entre a
Esperança e o desespero
Linhas longitudinais
Da ilusão e da verdade
A fotografia inerte revive
Lembranças de cálidas paixões
Açoitando inexorável destino.

Te quero ou esqueci?
Não sei...nem sei.



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Qua, 02 de Abril de 2008

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Última atualização em Qua, 02 de Abril de 2008 14:06
 
Comentários (3)
  • Guilherme Fava
    avatar
    Você consegue demonstrar duas linhas ness obra... muito bom o seu pensamento sobre a visão da vida (entre a esperança eo desespero)... Parabens... Um grande abraço
  • Zélia Nicolodi
    avatar
    ...eternas dúvidas! Um belo poema retratando a incoerência em que navega a nossa alma... Beijos e um dia muito feliz!
  • CelyCavalcanti
    avatar
    Querido amigo Saraiva, és um escritor maravilhoso, este texto é divino! Parabéns e aplausos infinitos pra ti. Bjsss no teu coração.
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