| Refugos de Mim |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por Lubarrel |
Qui, 01 de Maio de 2008 05:05 |
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Na janela do tempo debruço-me no peitoral da solidão fria e absorvo o néctar da desilusão. Olho lá fora... A escuridão funesta domina agora. Tudo é sinistro... Mas é chegada a hora. Os fantasmas persistem... Ergo-me mesmo exaurida e junto - aos poucos - Os refugos de mim. Atravesso a janela sombria desvencilho meus medos e o meu olhar se prende nas estrelas da esperança. Os refugos de mim são elevados pela luz que emana da esperança. Sinto-me leve e imensamente feliz. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Qui, 01 de Maio de 2008 05:13 |


