
A maneira melodiosa que descreveu um mundo real e feio foi tão intensa, quanto o desfecho tão con ciso.
| O sino |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por Aline Pottier |
Seg, 12 de Maio de 2008 15:32 |
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Chorava um sino Na tarde mansa ___Porque, meu Deus, Tanta matança? Para que tanta guerra Se há tanta terra? Para que a demência Se há inteligência? Chorava manso, Metais plangentes Tarde em descanso, Lágrimas quentes. O som embora Fraco gemido, Seguiu afora, E foi ouvido... E um velho sino, Disse baixinho, Tom de evangelho, Voz de carinho... ___ Ouçam meus filhos! (E o vento levou um segundo) Não há momento, De paz no mundo! Homens, não disse? Já na labuta, Armas em riste Prontos para a luta! Daqui a vê-los, Estou somente. Para que desvelos, Se estão contentes? Eis a verdade, Me pus a pensar, Rumores de guerra, Lutam por terra, Grãos de poeira! Para a humanidade Não há esperança! Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Seg, 12 de Maio de 2008 16:14 |