| A prima |
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| Eróticos - Contos Eróticos |
Escrito por Russolini |
Seg, 23 de Junho de 2008 03:27 |
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Quem nunca cobiçou um prima que atire a primeira pedra! As festinhas de final de ano em família, viagens de férias escolar para o interior, casa dos avós e por aí vai.
A pouco tempo atrás, reencontrei uma prima num hospital. Apenas sabia que havia se formado em medicina ... Entrei na clinica médica com uma tremenda algia aguda estomacal. Fui medicado rapidamente por aquela linda médica de olhos grandes e vivos, cabelos encaracolados, pele morena, corpo esculpido pelos deuses da mitologia grega e que satisfação, era minha prima. Estávamos mais uma vez lado a lado. Após ter tomado uma dose cavalada de plasil, glicose e voltarén e dormir por horas. Acordei aliviado, sem dor. Olhei a minha volta e lá estava ela, um anjo de roupa branca, sorrindo como se estivesse velando meu sono. Examinou-me com aqueles olhos fixos e ardentes que refletiam muitos segredos e desejos. Não falamos nada do passado, nem ao menos do futuro. Conversamos qualquer coisa sem nexo, até que, fui surpreendido: -Domingo é o meu aniversário, lembra? Vou dar uma festinha lá em casa ... Se você não tiver nada pra fazer... Aparece lá! -Se minha médica autorizar a alta hospitalar, eu irei! ‘risos' Cheguei bem mais cedo do que o combinado. Ela estava sozinha, linda, ficou feliz em me ver. Entrei. Seu apartamento era lindo, pequeno mas muito bem organizado. Algo me dizia que não haveria festa de aniversário algum... Mas era naquela data, lembro bem! As horas foram passando, nossas lembranças de adolescente ressurgindo: - Você se lembra da nossa primeira vez e as outras subseqüentes...! - Se lembro! O medo que tínhamos de ser descobertos pela família, pelos amigos...! - Loucura mesmo foi quando atrasou pra você...! - Mas era aquela sensação de perigo e irresponsabilidade que me deixava impulsiva ... só controlada pela sua artimanha ...! Senti que havia ainda um resquício de sentimentos e tesão entre nós dois, embora, com toda nossa maturidade e experiência, fomos apanhados pelos laços de Afrodite que, impiedosamente, nos roubou dos braços de hipócritas e nos empurrou para o leito do prazer. Minha prima confessou-me ali, que não iria ter festa alguma, já havia comemorado no dia anterior e que, mais uma vez como no passado, articulara de maneira cirúrgica aquele reencontro. Aproximou-se e suturando meus lábios com os seus, beijou-me. Meu corpo tremeu como se tivesse em choque anafilático, suas mãos hábeis feito bisturi abriu minha calça elevando a dosagem de minha seringa grande que, já soltava algumas gotas da sorologia do prazer. Puxei-lhe pro meu colo, fiz sentir o volume que roçava seu sexo quente e úmida. Estava sem as roupas íntimas, habilidade que já fazia no passado quando combinávamos nossas aventuras no celeiro do vovô. Degustava seus seios, hoje bem maiores e mais suculentos, minhas mãos percorriam seus quadris, deslizando pelas nádegas até tocar o sua fenda levemente e massageá-lo. Ela estava alucinadamente fogosa. Pediu-me pra que eu a saboreasse. Posicionei-a em meia-nove e começamos uma anatomia fantástica. Seu sugo vulvar escorria sobre minha língua agitada que lambuzava, mordia e penetrava naquela carne vermelha que desvirginei a anos atrás. Ela mordiscava minha glande, percorria com seus lábios afiados todo o corpo do ser até embaixo e retornava pelo mesmo trilho sua consulta urológica. O cheiro emanava o ar, as rupturas do passado abriam em sangue, suor e sexo. Minha priminha uivava, gemia, contorcia e não agüentando mais de excitação deslizou seu corpo até ser preenchida por inteiro. Ela estava insaciável como sempre. A única diferença é que antes, nossas aventuras eram de pura inexperiência e brincadeira, o que classifico hoje como "brincadeirinha". Agora, dois seres experientes quase beirando ao profissional, digo que, estávamos vivendo uma "big aventura". As penetrações eram em ritmos cardíacos, aumentando os batimentos a medida que o clímax permeava em nossas veias. Extasiamos juntos, tudo como era antes; as mordidas que dava no meu pulso para abafar seus gritos, as contrações dos músculos vaginais garroteando meu sexo, em seguida libertando-o vagarosamente... Parece que nossos corpos foram condicionados para orgasmos mútuos! Continuamos naquele ritmo noite inteira. Usamos todos os nossos instrumentos possíveis e imagináveis, inúmeras posições... Mapeie-a todos os orifícios. Quando penetrei em seu mundinho particular, um filme passou sobre meus olhos, surgindo um paradoxo de ter sido o primeiro a desbravar sua genitália virgem e estar sendo o ultimo a incisionar aquele labirinto negro que tanto quis e nunca me fora oferecido. Embora apertado e quente, sabia que já havia passado outros estetoscópios por ali. Enfim, extasiamos muito, minha lava percorreu dentro e fora do seu corpo, degustado com prisma. Em principio encontrávamos realizados, mas no fundo sentíamos uma melancolia. Era como se aquele mítico que ficara lá no passado, não fecundou. "O presente nada existe!" será como no síndrome de Alzheimer, esquecido. O futuro, seremos iguais as incógnitas da medicina a procura da cura para nossas moléstias que são fios mono-nylon cirúrgicos tentando remendar os sentimentos e dores do coração. A partir daquele dia não nos vimos mais. Ela continuara amante da medicina e de um renomado médico e eu, no meu mundo hipocondríaco, vivendo as doenças e as anomalias do passado. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Qua, 06 de Agosto de 2008 07:30 |

