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Literatura - Poesias

Escrito por Rosa Candida
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Dom, 29 de Junho de 2008 14:27
Presa liberdade
retiro da alma
solidão sem tamanho,
exilada neste mundo grande
efêmero como a flor!
Exílio
caminho silencioso
sem saída,
os dias são noites
as noites não têm brilhos,
apenas respiro
para não morrer no abandono!
Feridas abrem no meu coração calado,
não grito,
minha voz é muda
enquanto o mundo gira,
estou exilada
sem poder dizer
te amo!



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Dom, 29 de Junho de 2008

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Última atualização em Seg, 30 de Junho de 2008 06:32
 
Comentários (2)
  • Celina
    avatar
    Que bela obra amiga! Parabéns!
  • Cezar Ubaldo
    avatar
    A sua poesia começa com uma dialética:presa liberdade.Na verdade nunca entendemos ou não queremos entender que a liberdade é ,também,um aprisionamento,seja em qual sentido for.Na vida os nossos aprisionamentos começam pelo sentido do amar.E nos prendemos tanto à essa emoção que a liberdade fica aprisionada,às vezes perde as suas asas e nos sentimos no claustro,mesmo amando. Parabéns.Beijos.
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