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jornadas aos fundos dos olhos Enviar por e-mail
Literatura - Poesias

Escrito por valoto
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Qua, 03 de Setembro de 2008 16:07
Uma par de janelas se abrem para interior de um universo,
Vejo o ceu nublado ,
Ferido de lâmpadas de sol e sangrando azul
Flutuam na carne viva
Aves de rapina
Que devoram a luz e vomitam a escuridão
Alço vôo para abismo
Onde relâmpagos iluminam espelhos , que refletem anjos e demônios que parecem comigo
O vento me leva
Viajo num vagão
Cujas as janelas são telas de cinema
A vida passa em câmera lenta
Revelando as fotografias amareladas pelo tempo e amarrotadas pela frustação
O ritmos das rodas nos trilhos
Lembram as melodias das palavras que beijam e cospem nos meus ouvidos
Procuro um refúgio
Ondem se escondem todas as respostas
Procuro uma estação
Que se encontra depois do ultimo túnel,.
renato valoto andrade



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Qua, 03 de Setembro de 2008

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Última atualização em Qui, 11 de Setembro de 2008 10:21
 
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