| Abismo |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por Luis Carlos |
Qua, 17 de Setembro de 2008 11:49 |
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Assim, com alguns anos a mais, Diferenciando o traço da ruga, Me apareces fresca, sorridente, Para alivio da minha mente. O que queres de mim? Não tenho sombras, tenho fé. O que fazer com o que me resta? É pouco para mim. Muito para ti. Se já me ausento do barulho Não satisfaço a tua flor inquieta... Ao recolher a minha vontade Incapaz de te fazer mais um... Apenas uma vez foi exaustiva Enquanto tremes na carne de desejos Gélido, passivo e pensante Não consigo o céu do teu sonho... Tenho uma linha reta constante Tens uma tempestade efervescente nos olhos Nas pernas e no tronco da vida Pra vida se fazer em mil No abismo diferencial do tempo Eu e você somos dois. Na historia vivida Nos sonhos da vida. Contudo nos une a força maior do amor. Lento, claro, não mais como antes. Mas a mente inquieta Não me atormenta em ti, amor Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Qui, 18 de Setembro de 2008 09:16 |


