| Sonho de aedo |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por sukiyo |
Qui, 02 de Outubro de 2008 08:24 |
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Uma noite, ao me levantar, me vi confrontado com uma eterna solidão, uma manhã nublada e fria; levantei por um instinto inconsciente buscando a claridade da janela para tentar a luz da memória e achar o difícil motivo que me corrompia e me consumia por dentro, não consegui. Comecei a ficar distante, nas alturas celestiais, flutuei; nas águas profundas, penetrei; e achei a linha do horizonte e a união do mundo, onde a flor abre a manhã encantada, onde os pássaros enfeitam o céu onde a paz respira tranquilamente e o amor voa sobre a relva. Pensei que onde quer que estivesse, não queria voltar, assim que as palavras voaram como flechas de minha boca, saltou diante de meus olhos a imagem mais bela que o homem ja contemplou. Ela estava vestida com o meu desejo e logo que a vi senti seu perfume de flores, era inteiramente bela de tal perfeição jamais vista. Meu desejo de estar perto dela crescia com a rapidez de um relâmpago, e com a força de correntezas; a graciosidade de seus gestos, o poder de suas delicadas mãos, sua maciez no falar sua postura tão feminina e sensual fazia meu coração trovejar. Mas, de repente, comecei a voltar a realidade, ao passo que lutava desesperado para fica, quando virei para ver se ela estava me observando, notei que estava se afastando em seus olhos escapou uma lágrima de tristeza, virou-se e foi embora e passou a voar sobre a relva com a razão de um pássaro fugindo de uma armadilha; e a paz me sufocou e o desespero me alcançou e me deixou novamente sozinho, sem me importar com o sonho que amei e sim com o amor que sonhei. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Qui, 02 de Outubro de 2008 11:27 |


