
Hehehe!
Onde, diabos, fica esse posto de saúde, afinal?
Ou, vai ver, é um novo método pra distrair os clientes na sala de espera. Uma versão "baixo-orçamento" do tradicional "TV no rack".
Ri muito, aqui! Muito bom! 
| A DANÇA DO CABRITO |
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| Crônicas - Crônicas |
Escrito por sukiyo |
Sáb, 25 de Outubro de 2008 08:37 |
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Dias desses, estava eu naquelas tardes intermináveis na visita de um posto de saúde, ou casas de atestado, como gosto de chamar.
Bem, o fato era que eu estava lá, impaciente, esperando o tal doutor... dono do caderninho de bombril (atestado para os leigos); na companhia das benditas primeiras Damas da Consulta! Claro, porque pela quantidade de vezes que elas ja se consultaram acho que estavam fazendo bodas de prata; e como elas estavam ligadas no canal de fofocas, eu fiquei sabendo até quantos filhos o dito cujo tinha e que era muito pontual. A consulta era as dezoito horas, nosso amigo chegou pontualmente as dezoito horas, quarenta e cinco minutos e trinta e seis segundos, se não me falha a memória. Quando eu já estava conhecendo o limite da minha paciência e o valor que tem o meu trabalho, pronto pra começar uma Noite de Fúria - a continuação! Foi quando ouvi um Beeeerrrrrr!!!!! seguido de outro Beeeeerrrrr! Pronto, vou ter que procurar um especialista, dessa vez psiquiatra, só posso estar ficando maluco, e em fase crônica, porque não estou ouvindo vozes, estou ouvindo Beeerrrrr! Meu devaneio dom quixoteano foi interrompido por uma senhora quase aos gritos: -- Cabrito na linhaaa! Cabrito na linhaa! Pronto, essa também surtou. Pensei! Foi então que também tive a visão, era um cabrito, e o danado estava andando na linha. Mais até ai só despertava a curiosidade de poucos transeuntes, até que surge do "além" uma alma caridosa de mais de 1,80 de altura aos berros: -- Cabritinhoooooo! Volta pra dentro cabritinhoooo! Cabritinhoooo, tô falando com você bonitinho, já pra dentro da cerquinha, quer que um trenzinho te pegue! Falando com as mãos na cintura, como uma figura imponente de um, Hércules!? Mooçooo, ô de casa, moço, seu bichinho ta solto. Posso pegar seu bichinho moço? Deixa que eu pego! Vem aqui bichinho danado, ai meu Deus, a ele ai moço, pega esse bichinho moço. Nessas horas eu já torcia para o doutor deixar minha ficha por último, não queria perder o espetáculo. E lá ia a figura imponente, como uma bailarina dançando um novo hit do funk "a dança do cabrito", cada cabrito no seu quadrado, a dança dos animais, pula cabritinho, pula... Até que o "moço", para nosso desgosto, conseguiu agarrar o raio do cabrito, que soltava mais beeeerrrss, beeeerrsss! Eu podia jurar que esses últimos "beerrrsss" eram risadas, o safado estava com uma cara de deboxe! Nooossaa moço, como vocé é rápido, você e´um herói moço, você é tudo moço, salvou esse bichinho lindo, danadooo! A porta do consultório se abriu: -- Giovani...Giovani! Sou eu doutor. -- Pode entrar. -- Bom, Giovani, seu problema é apenas um forte resfriado vou lhe receitar,,,, não precisava chorar não! -- O quê! Ahh não doutor, eu estava rindo! Chorando mais era de rir! -- Do resfriado? -- Não do.... teatro! -- Que teatro? -- De uma comédia que assiti, "A Dança do Cabrito"! Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Dom, 26 de Outubro de 2008 15:07 |