Belissimo, parabéns.Favoritei.
| O velho que ainda sonhou ser esfínge |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por paulopazz |
Sáb, 25 de Outubro de 2008 13:44 |
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Não sei o que levo nas mãos; Se uma flor, se urtigas. Não sei o que trago no peito; Se sonhos, se pesadelos. Do moleque espigado que era Trago o marfim nos cabelos, A letargia no corpo E os sulcos nas mãos Tão revoltadas, quanto revoltosas. Meu mundo é eterno Enquanto eu viver. Da limitação desse infinito Guardarei os frutos Das grimpas quase i n a l c a n ç á v e i s Para o que virá depois de mim. Este será meu testamento: Meu velho casarão Ocultando os segredos Que estes dedos magros, Já quase inertes, Não mais possam esconder. Eis que o herdeiro certo, Em hora imprecisa, Porém certa, Conseguirá decifrar o enigma. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Seg, 27 de Outubro de 2008 06:07 |
Comentários (1)
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18/10/2009 - 19:03:41 |Registered| Niki
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