| Violação |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por paulopazz |
Qui, 30 de Outubro de 2008 08:28 |
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Subordinado ao teu acarinhar oculto E subjuntivando a total inessência em que fui convertido, já não me sinto sintático. Confundo-me: Ora sujeito indeterminado, ora sujeito inexistente, vejo hiatos abissais por entre as frestas deste meu ser violado, sentindo o caos da tua infinitiva abstração. Quanto mais preciso me saber entre as elipses do teu ser, mais me perco na analfabetia de mim. Por não me participiar em ti, vejo-me pro-nome apassivado, sempre agente da passiva, e/ou partícula condicionadora deste impróprio predicativo eu que é teu. O impalpável... O improvável... O intangível transcendente de suas raias/laias é mistério; o seu mistério: esse objeto indireto que se despe e não se me dá. Solapando-me, embargando-me na imensidão das possibilidades combinatórias que os signos de tua ausência introjetaram em mim. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Qui, 30 de Outubro de 2008 09:09 |


