| Solidão |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por paulopazz |
Sex, 21 de Novembro de 2008 07:45 |
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Do encantamento se fez o pranto E do que era lindo se fez hostil. Marcas indeléveis macularam o coração E a alma sangra... queima e se desfaz. Das cinzas alimento a bruma leve Que a brisa embalde tenta dissipar, Na noite fria de mês de julho. Agrido as esquinas com minha imagem. Noturna e soturna imagem Que até aos gatunos assusta, No silêncio da madrugada áspera. Não há uma rota! Sentido não há! Por demais caótico por e em si mesmo, Meu corpo navega pelas ruas dormidas Tentando se ancorar em quintais alheios, Alheios a mim, alheios ao suplício da alma E colados às casas de portas fechadas Ao desfecho de uma vida que se esvai Quando vai a esmo Pelos caminhos ermos da solidão Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Sex, 21 de Novembro de 2008 16:04 |


