| Ode a vida |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por GUSTAVO.ANDRADE |
Qui, 11 de Dezembro de 2008 10:04 |
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Às vezes me canso de olhar a noite, Às vezes me canso de olhar a minha noite. Às vezes me canso de olhar as estrelas na noite, e perder-me em sonhos vãos. Às vezes me canso de procurar as estrelas da minha noite. Às vezes ouço estórias sobre uma lua que ilumina nossa escuridão... Às vezes me canso dessas estória também. Às vezes me dizem que a tristeza é passageira, que um sorriso no rosto é sinal de felicidade que a solidão é o presente por não se viver intensamente. Mentira! Às vezes acho que tudo é uma mentira: A vida, o sorriso, o amor... Às vezes acho que vivemos fingindo sermos nós mesmos. Às vezes acho que somos felizes, mas quando certos, não conhecemos a felicidade a ponto de definí-la. Às vezes sofremos por desgraça, mas às vezes sofremos pela nossa felicidade ser nossa desgraça. Tudo isso, por que às vezes achamos que somos felizes. Às vezes acho que a vida não deveria se chamar vida. Mas fazer o que, os achos não nos fazem viver... Mas a maioria das vidas, é sinônimo de acho. Às vezes, quase sempre, não quero ser um acho. Se acha que me é conveniente achar; Continue se escondendo, se procurando, perdido... Pois não quero achar nada, não quero ser metade de nada... Dou minha vida para não achar que vivo. "Prefiro queimar, do que me acabar aos poucos"; Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Sex, 12 de Dezembro de 2008 03:31 |


