
Ganhei meu dia e minha noite! A mais interessante que li até agora! Parabéns! Volto mais vezes.
| Des oiteaux dix, não venta um pas |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por Gilberto |
Sáb, 13 de Dezembro de 2008 11:10 |
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A morte ronda meu quarto, a quarta parte do meu ser dividido na ampulheta vazia. Domina meu pensamento em hipnótica sensação o desespero que me leva, ante-ato de morrer, teatro de viver fingindo que se está vivo. A morte ronda minha quarta parte apodrecida e exala odores na ampli-teta vazia. Mamo da vida o pus - eu pus - e me deixo entranhar por emética sensação do desespero de viver amando a morte-lenitivo que me trará a salvação de mim. Eu amo a morte que me mata aos poucos, roubando dos olhos o brilho, a luz, a vida, e dela me engravido em um parto sem fim. E temo querer partir, temo em querer partir. Eu? Nada tem-o. Assisto a morte me matando, a minha luta/entrega de viver morrendo... Obro, um dia, ainda cago tudo isto sobre o mundo! Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Dom, 14 de Dezembro de 2008 13:11 |