| A espelhança é a última que morre |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por Gilberto |
Sáb, 20 de Dezembro de 2008 01:31 |
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Eu rio de mim, eu rio da vida, rios que me nutrem de prazer antecipando a glória de ser comido pelos vermes, pelos vêr-mes, estar desnudo diante de ti, de tis, olhos dos Outros que me abraçam e abrasam meu ser inteiro como sou, integral nas derivadas dos cálculos infinitesimais em concreções calcárias nos meus neo hrô news emudecidos onde expilo, expelo, espelho pensamentos (palavras e atos) com que obro a teia de aranha, visgo que me prende à existência dos sucos gástricos de araque, nido à terra que me acolherá e me fará cocô de micróbios antes de me transformar em pó! Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Sáb, 20 de Dezembro de 2008 15:44 |


