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O segredo Enviar por e-mail
Eróticos - Contos Eróticos

Escrito por edson
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Sex, 26 de Dezembro de 2008 10:02
Segunda-feira, a ultima que antecede o natal. As crianças para casa dos avós,minha esposa trabalhando e eu de férias;férias?Casa para arrumar, louça do café para limpar ou ir à loja de uma amiga de minha esposa devolver algumas peças de roupa que ela havia pegado em consignação. A ultima opção me oferece a possibilidade de um algo mais agradável, de repente encontro uns amigos, tomo uma cerveja ou sei lá.

A pequena loja de Cristina e Roger era no centro, normalmente só trabalhavam o casal e uma funcionária, mas no final ano sempre contratam mais uma balconista, inclusive no ano passado minha esposa Jaqueline trabalhara com eles e neste período firmaram certa amizade, que mesmo depois que minha esposa saiu para entrar em um outro emprego mantiveram ,era comum sairmos os quatro para tomar cerveja e jogar conversa fora.

Quando cheguei à loja Cristina estava atendendo uma cliente e eu preferi esperar para entregar a ela mesma as peças que eu havia levado para devolver.É uma bela mulher ,deve ter uns trinta e poucos anos ,sempre simpática e sorridente , era muito cativante.

___Olá Edson. Tudo bem?
___Tudo Cristina. Eu vim trazer as roupas que a Jaque levou no sábado.Acho que não serviram ou ela não gostou .Ela disse que passa aqui no final de semana.
___Que pena.
___E o Roger, cadê ele?
___Então foi a São Paulo fazer as compras e só deve voltar à noite. Justamente hoje

Quando eu vinha para a loja o carro quebrou, apagou e não quis pegar por nada. Tive que ligar para o meu irmão,pra ele encontrar um mecânico e ir buscar o carro.___Agora eu preciso ir buscar o Gui na casa da Nara e não tem jeito.

___Onde é?Perguntei.
___Lá no São Simão, quero dizer, é um sitio pra frente do trevo.
___Se você quiser, eu ti levo lá.
___Capaz mesmo Edson.
___Não to fazendo nada mesmo.
___Mas não vai ti atrapalhar.
___De forma alguma.
Cristina mordeu levemente os lábios inferiores parecendo pensar.
___Então ta. Meninas eu vou com o Edson buscar o Gui ,eu to levando o celular se precisarem me liguem ,rapidinho estaremos de volta ,por que seu esperar até de tarde quando o carro estiver pronto,pode ser que chova e daí fica horrível passar por lá.

São Simão é um vilarejo entre Poços de caldas e a represa de Palmeiral, é onde os sitiantes, proprietários de ranchos e chácaras fazem pequenas compras quando não querem ou não podem vir até a cidade, fica a uns trinta ou quarenta quilômetros do centro.

Passei no estacionamento pegamos o carro e seguimos rumo ao sitio. Cristina hora reclamava da correria do final do ano,hora dava graças as Deus pela mesma correria.Falando o tempo todo , eu só respondia em uníssono ou em risos sem graça ,na realidade eu estava um pouco desconcertado,afinal não tínhamos tanta intimidade ou amizade que me permitisse reagir de outra forma.

Contou sobre os planos para o fim de ano, das arrecadações que fizeram para as instituições de caridade, do encontro de casais realizado no mês passado e daí eu coloquei um CD do Cold Play, ela não tinha mais o que falar, e eu não queria mais ouvir também.

Chegamos ao trevo e ela me apontou aonde eu deveria entrar. Era uma estradazinha em condições razoáveis ,mas que com certeza quando chovia,como vem acontecendo todas as tardes,se tornava bem lamacenta e perigosa.Andamos uns três quilômetros,tal-

Mais uns dez ou quinze minutos e já estaríamos na casa de Nara.

Não pude perceber, talvez pela grande quantidade de curvas, ou da poeira que se levantava atrás da gente ou ainda descuido meu mesmo, uma moto em auto velocidade se aproximou, dois homens armas em punho gritando para eu parar. A freada foi tão brusca que nos corpos quase que se chocaram contra o para brisas.

___Sai. Sai.to avisando.

Aturdidos, ainda sem entender-mos o que estava acontecendo, nos livramos do cinto e começamos a sair.

Os dois bandidos eram rápidos, me arrancaram o relógio, cordão e carteira quase sem que eu percebesse, enquanto Cristina relutava, mas ia perdendo brincos, jóias, anéis e o que mais eles achavam que poderiam levar.

___Olha gente ta tudo ai. Pode levar mas não machuca agente.
___Será que ta mesmo?Retrucou um dos bandidos.
___Tira a roupa.

O meu, por favor, deve ter soado como uma tapa na cara do sujeito, pois ele me enterrou o cano da pistola no pescoço que eu jurei ter me furado. Cristina chorava.Arranquei o tênis,a camisa e comecei a tirar cerimoniosamente a calça imaginando que eles estavam prestes a desistir.Não estavam.A cueca foi também.

___O que ela é sua.

Pensando estar evitando algo pior respondi que era minha esposa.

___Gotosa a gata. Parabéns.Tira a roupa também sua vaca.
___Por favor, moço.
___Olha aqui dona eu nunca aprendi a pedir mais de umas vezes, na segunda a Clotilde fala por mim. Clotilde era a automática em uma das mãos.A mim pareceu que ela não era de muitas palavras não.

Cristina me olhava cheia de suplicas, mas não houve outro jeito, primeiro veio à blusa, fazendo me supor que sob aquele sutiã se escondia um belo par de seios e sob a minúscula calcinha fez-me imaginar coisas que não se deve imaginar quando se esta na mira de dois psicopatas.

Ela chorou ,praguejou,implorou. Sem sucesso,não demorou muito para estar vestida apenas com a própria pele;uma das mãos tentando tampar os belos seios e a outra cobrindo a parti de baixo.As lágrimas lhes escorriam pelo rosto.Era o belo retrato de um espetáculo triste.

___Deite-se no capô. Ordenou o bandido.Aliás,os capacetes não nos permitiam avaliar as expressões,o certo é que apenas um deles falava,dava as ordens.

Cristina esboçou alguma argumentação, mas mais do eu, ela experimentava agora um misto de incredulidade, impotência e pânico. Desistiu.

Deitou-se sobre o capô negro do carro ainda tentando tapar seu sexo.

___Vai lá seu corno, mostra para gente como é que vocês fazem.

Ajoelhei-me entre as pernas de Cristina, e por uma fração minúscula de segundos apreciei sua pequena vagina, e logo em seguida me extasiei com seu perfume de mulher. Suguei-a explorando seus orifícios.Perdi a noção do tempo,não sei se foram segundos,ou minutos ,o que sei é que depois de algum tempo me levantei sem esperar ordem de ninguém,aproximei me do rosto de Cristina e disse:

___Me desculpe.

O maníaco agora tinha o meu celular em uma das mãos, estávamos sendo gravados. Que se dane.

Direcionei meu membro para o meio das pernas de Cristina e comecei a fodê-la,

Fortes estocadas. Seus seios na minha boca,meus dedos entre seus cabelos.Também não sei dizer quanto tempo foi,só sei que acabei num gozo incrível,nunca tido antes.

___Corta. Ironizou o bandido___Eu mando a cópia para vocês.

Ainda cambaleantes, vimos manobrar o carro e sair atrás da moto. Caminhamos lado a lado ,sem palavras ,as mãos dadas sem saber ao certo quem teve a iniciativa pelo ato.Poucos metro a frente ele entrou no mato me puxando,ouvi barulhos e quando percebi havíamos chegado a um riacho.Cristina se banhou e transamos mais duas vezes em varias posições e depois nos banhamos os dois.Começamos a caminhada até a casa de Nara.chegamos pelos fundos da propriedade apenas vistos pela irmã de Cristina que nos arrumou roupas e chamou pela policia.Nunca mais falamos nada a respeito e quando perguntados sobre os detalhes do assalto éramos sempre evasivos e desconversávamos e mudávamos de assunto.Nunca contei nada a Jaqueline e acho que Cristina nunca falou nada a Roger.È um segredo só nosso.



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Sex, 26 de Dezembro de 2008

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Última atualização em Seg, 29 de Dezembro de 2008 11:28
 
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