| Coronel de pau e pedra |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por arthurdantas |
Sex, 26 de Dezembro de 2008 13:43 |
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Na verdade, Só se pode dizer que é perfeito Depois que vier a certeza De que se é capaz de cometer todos os erros. Vem da merda Ou dessa vontade de ser ela, A tal da superioridade maldita Invernal, Essa coisa carnal Tanto quanto o isntinto sexual Que se derrama pelos orificios, Boca, olhos, nariz ou até ouvidos. E deitando a cabeça no travesseiro de pedra Como pode dormir Sabendo que alguém nessa noite se degreda? Sabendo que alguém se lastima. Mas se pau é pedra em sua boca O que ecoa é verdade nessa caverna oca, Se pau não for pedra É ao menos alguma coisa parecida. Um jumentinho de charuto nos beiços Tal qual os outros do curral O que muda é que teve a chance de provar do amoral. A tristeza ainda é doce nas veias Tão doce quanto umbu madurinho no pé E tão amargo quanto a fingida fé Que teima em se agarrar no cangote, Mas inutil, ainda dorme no dia do juizo Zombando de tudo que era pra ter aprendido, Só que o inferno é pai dos mais espertos E se for pra ir pra lá, que vá, Talvez seja mais certo Que lá Terá chance de enganar até quem tinha (tinhoso) ô tinha. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Sáb, 27 de Dezembro de 2008 12:58 |


