Sempre fui fascinado pelo vento e sua mobilidade e capacidade de viajar, percorrer os lugares... Vento que faz tanta coisa, é de todo mundo e não é de ninguém. É livre. Depois de ler o conto "Um apólogo divertido e reflexivo..." percebi graças a Russolini que além de admirar o vento, posso ser o vento.