| O dia que conheci o mar |
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| Literatura Popular - Cordel |
Escrito por Russolini |
Qua, 11 de Fevereiro de 2009 09:50 |
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Foi a coisa mais impressionante que eu vi Aquele mundaréu de água espumando Fazia uma zoada, uma brabeza arretada, Eu de longe, com medo, só espiando... Nunca imaginei vê tudo aquilo de graça Falaram que num é de beber, é salgada, Mas que é bonito ver ele indo e voltando... Ganhei confiança e cheguei mais perto Pisei na areia fofa e quente... Mais é bom! Tinha uma ruma de pessoa quase nua Meio deitada, ficando com a pele marrom, Uns rapazes jogando um futebol estranho, Com uma rede alta, precisa ver o tamanho! É o futevôlei, que naquela praia, dita o tom. Mais o que me impressionou, na realidade, Foi olhar o azul, bem longe, no infinito, Não sei se era do céu, do mar, verdade, Ou mentira... Se o que diziam era mito Só sei que aquilo tudo me pegou de jeito E depois desse dia, lá no fundo do peito, Não sei viver mais, sem antes, ver teu agito. Agito que digo é que me fez voltar a amar Á natureza, a beleza da vida, o Criador... De ver a rapaziada de prancha a surfar, Os casaizinhos alegres, desfrutando do calor, O sol brilhando de dia, a lua quase escondida, Eu fiquei anestesiado e decidi naquele dia Mesmo, mudar pro mar e encontrar um amor. Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Sex, 13 de Fevereiro de 2009 02:16 |

