| A vida de atrás |
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| Literatura - Poesias |
Escrito por amandu |
Sex, 22 de Maio de 2009 08:36 |
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Sempre que um homem pensa
Na verdade não pensam Depois existe o prejuízo E nem a verdade o compensa Sem ser demasiado adulto Vim ver o meu filme bruto Alimentar o estouro E ser de outro Mundo Sou sonhado verdadeiro Não o quero prazenteiro Que veja o meu canteiro E que dele fique dinheiro Alto aí e para o baile A vida que florescia E nem o Mundo metia A velhice e foleirice Sempre que homem pensa A verdade nem compensa Fique assim bruto primeiro E depois asno já feito Loucos eram os burros Atados como os casmurros E nem ensinam os tontos De terem os mundos loucos Sempre que homem pensa Nem eu o quero ouvir É melhor se ir carpir A sina que há-de vir É verdade meus amigos Assim fiquem comigo Já os vejo no postigo E adeus no meu amigo Crie um banner deste artigo em outros sites Para criar um banner deste artigo em outro site, copie e cole o texto abaixo em sua página. Visualizar : |
| Última atualização em Sáb, 23 de Maio de 2009 20:05 |


