Mas o meu querer-te bem é tão bem e tão bom que me badalam os sinos dentro dos ouvidos, do estômago e do coração quando te ouço cantar as centenas de canções que tu guarda no peito.
E eu, um pouco Madonna, um pouco Audrey, mãos atadas do jeito que me imaginei entrelaçando os meus dedos aos teus em um laço de fita que tu me deixou embrulhando o presente do último ano.
Permaneci nesse silêncio por uma hora ou duas.
De volta, então, tentar dormir sem te prometer um amanhã, mas se houver tempo e você quiser, me escreva, fale, grite, xingue, mas seja presença.
Eu sempre seguraria a tua mão

