Penso, sofro logo escrevo
Olho para o céu e nada nele me inspira
Se vejo uma rosa vermelha
Ela só me inspira o óbvio passional
Tento fazer metalinguagem
Mas não é possível ser original
Se arrisco ao fazer neologismos
Caio novamente no óbvio da Rosa
Especificamente a Guimarães
Tento fazer poesia do cotidiano
E logo parafraseio Quintana
Quero explicar os sonhos
Mas não chego nem perto
Da psicanálise freudiana
Dá-me versos, ó vida
Nem que sejam brancos ou de rimas baratas


Comentários
azara 12-04-2012 10:16 #2
Arnoldo 05-02-2012 21:04 #1
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