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Controladoria: Uma Breve Revisão Bibliográfica

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Autor, Fernando Ambrózio Geron - Pós-graduando em Controladoria e Contabilidade (UEM – Universidade Estadual de Maringá) Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

Resumo:

A controladoria vem sendo objeto de estudo por muitos pesquisadores brasileiros e estrangeiros em muitos trabalhos publicados que a controladoria é um ramo do conhecimento humano, de uma função primordial para as empresas.

Por isso foi escolhido como objetivo deste trabalho a realização de um breve levantamento bibliográfico na literatura pertinente sobre o assunto, mesmo com a escassez de material, mas não de importância, sendo a controladoria uma especialização contábil em alta, uma das 10 especializações mais procuradas pelo mercado, que apresenta uma grande demanda por este tipo de profissional.

Palavras chave:Controladoria, Controller, Contabilidade, Historia da Controladoria.

 
1 Introdução

O último século foi um período de grandes transformações, em todos os aspectos, econômico, social, político, organizacional, etc... inúmeras mudanças ocorrerem em todo o mundo, alterando profundamente a forma de pensar das pessoas, foi iniciado um processo de globalização que diminuiu as fronteiras econômicas. O Brasil antes de efetivamente se inserir nesse mundo globalizado enfrentou sérias crises econômicas com incríveis taxas de inflação altíssimas.

Passamos por varias reformas monetária, inúmeros “cortes de zeros” e nomes para nossa moeda. Com o advento do Plano Real (1994) foram implementadas varias medidas econômicas que permitiram ao Brasil atingir em 2008 o grau de investimento, sou seja, as reformas brasileiras caminharam paralelamente ao processo de aceleração da globalização mundial. O pais passou de devedor para credor do FMI, fato que nunca antes havia ocorrido.

A função controladoria é avó da ciência econômica capitalista e bisavó da administração cientifica. Quando Adam Smith estabeleceu os rudimentos do liberalismo econômico, já há três séculos, os contadores aconselhavam os banqueiros venezianos (Atual capital da região do Veneto - Itália) a nobreza europeia e os mercadores aventureiros a fazer o controle econômico de seus empreendimentos mercantis.

Enquanto Adam Smith, Taylor, Fayol, entre outros “Papas da administração”, no final do século XIX, estabeleciam os princípios norteadores da gestão empresarial, a controladoria começava o seu 5º século de serviços prestados à sociedade em geral e aos empreendedores especificamente.

Neste ambiente globalizado, as principais economias, especificamente os EUA e países europeus (econômicas mais desenvolvidas), mercados mais maduros, sofreram oscilações econômicas fizeram com que as empresas adotassem um maior rigor de seus sistemas contábeis, tanto que ganhou importância a função do contador, o qual era o técnico que centralizava as informações de despesas e lucros, sem, contudo, desenvolver valores estratégicos nas organizações.

Historicamente, depois do “crach” da Bolsa de valores de Nova York, em 1929, a profissão contábil torna-se focada na proteção dos investidores, em especial dos investidores minoritários e nos aspectos fiscais e legais da organização, portanto, voltada aos usuários externos da informação contábil (investidores).

Com o passar dos anos o gestor da organização começa a sentir os efeitos dessa atitude, pois faltavam informações adequadas para aprimorar o processo decisório.

O final da década de 1970 até a de 1980 (no Brasil esta última é conhecida como a década perdida), o mundo passa por sucessivas transformações econômicas, devido às oscilações de aumentos nas matérias primas em especial de comodites como petróleo, altas taxas de juros internacionais e elevação da inflação americana.

Com as crises econômicas mundiais, atingindo não só os investidores, mas as empresas de todos os níveis, observam-se que os princípios contábeis geralmente aceitos não vinham sendo corretamente aplicados e o mundo passa por um processo de harmonização contábil global.

Sengudo PWC, (2010) o Brasil aderiu ao IFRS em 2010, e outras economias como EUA (2015), Canadá (2011) e Japão (2016).

Esses eventos juntos nos fazem crer na importância e relevância do tema controladoria em nossa sociedade, que tem um crescimentos econômico nos últimos 200 anos, em atraso em relação há outras economias como os EUA, Canadá, e demais países europeus ocidentais.

2. REFERENCIAL TEORICO:

Tendo em vista os objetivos aqui propostos, o estudo teórico versa de forma sucinta sobre o que é a Controladoria numa breve revisão bibliográfica, em âmbito brasileiro e mundial.

2.1. Breve histórico da controladoria no Brasil e no Mundo

No início do século XX, a Controladoria surgiu devido à necessidade das empresas

controlarem suas operações, que cresceram em tamanho e complexidade, através de estratégias e planejamento de suas atividades, tornando as informações cada vez mais importantes para a tomada de decisão.

Para Kanitz (1977):

A Controladoria originou-se de pessoas que exerciam cargos de responsabilidade no departamento contábil, ou no departamento financeiro, uma vez que esses profissionais possuem uma visão ampla da empresa, capacidade esta que os tornou capazes de detectar as dificuldades e propor soluções”. Inicialmente os profissionais

contábeis e financeiros exerciam, dentro das organizações, o trabalho de verificação das movimentações para que estivessem de acordo com o processo, tendo autonomia para interferir quando da detecção de desvios que por ventura viessem a ocorrer. A partir desse procedimento é que se originou a Controladoria, ou seja, profissionais responsáveis pela execução dos processos dentro da empresa. Kanitz (1977, p. 5),

Segundo Sá (1997):

Antes, pois, que o homem soubesse escrever e calcular estas manifestações já ocorriam. Algumas têm sido confundidas com manifestações artísticas, embora para historiadores famosos, como Melis, e arqueólogos consagrados como Figuier, não tenham deixado dúvidas quanto a sua natureza contábil. Sá (1997, p. 20).

Segundo Peters (2007):

A gêneses da função controladoria moderna deu-se na Inglaterra com a instituição da função do controller, profissional afeto ao accountability público. Um ponto básico da missão do controler é mapear, permanentemente, os fatores de risco do empreendimento. Peters, (2007, p. 3)

Para a MBC (2013):

A História que a controladoria surgiu no início do século XX nos Estados Unidos, com o crescimento empresarial e mais tarde com fusões dessas empresas, formando grandes organizações e consequentemente aumentando a complexidade de suas atividades. No Brasil foi incorporada á prática empresarial com a instalação das multinacionais americanas no país. MBC, (2013).

2.2. Conceitos de Controladoria

Segundo Peters (2007):

A controladoria é a função que possui a missão básica de apoiar, com seu ferramental técnico e sua ação gerencial, as ações de planejamento e controle das entidades.

A controladoria enfoca desta maneira a mensuração, à análise a comunicação e a discussão da visão do mercado e do negócio e das ações do mercado e do negócio que afetam hoje ou futuramente o status econômico do negócio. Peters, (2007, p.3)

Para Catelli (2001):

A Controladoria não pode ser vista como um método, voltado ao como fazer. Segundo o autor, para uma correta compreensão do todo, devemos cindi-la em dois vértices: o primeiro é visto como ramo do conhecimento responsável pelo estabelecimento de toda base conceitual; o segundo, como órgão administrativo que responde pela disseminação de conhecimento, modelagem e implantação de sistemas de informações. Catelli, (2001, p.344).

Conforme Mosimann et alli (1995):

A controladoria basicamente é composta de um corpo de doutrinas e conhecimentos relativos á gestão econômica, que pode ser visualizado sob dois enfoques: a) Como órgão administrativo com uma missão, funções e princípios norteadores definidos no modelo de gestão do sistema empresa; b) Como uma área do conhecimento humano com fundamentos, conceitos, princípios e métodos oriundos de outras ciências. Mosimann, (1995, p.204)

Para CGU,

A Controladoria-Geral da União (CGU) é o órgão do Governo Federal responsável por assistir direta e imediatamente ao Presidente da República quanto aos assuntos que, no âmbito do Poder Executivo, sejam relativos à defesa do patrimônio público e ao incremento da transparência da gestão, por meio das atividades de controle interno, auditoria pública, correição, prevenção e combate à corrupção e ouvidoria.

A CGU também deve exercer, como órgão central, a supervisão técnica dos órgãos que compõem o Sistema de Controle Interno e o Sistema de Correição e das unidades de ouvidoria do Poder Executivo Federal, prestando a orientação normativa necessária. CGU, (2013).

Já MORANTE e JORGE:

Controladoria, um departamento criado no exterior e trazido pelas multinacionais para o Brasil, é reconhecidamente um órgão de importância vital para a sobrevivência, crescimento e consolidação das empresas. Figura, geralmente, como um departamento de assessoria à alta administração os organogramas das grandes organizações.

Para ser exercida em toda sua plenitude, a Controladoria precisa ser conduzida por profissional experiente, com larga vivencia em finanças empresariais e uma particular habilidade no relacionamento com os responsáveis pela gestão das diversas áreas funcionais da organização. Este profissional é, por vezes, identificado pela designação controller, ou seja, controlador. Não cabe aqui nenhuma referencia pejorativa e tampouco juízo de valor sobre a natureza do controle exercido.

O fato é que se trata de um profissional que, além de processar uma considerar quantidade de informações sobre o desempenho das diversas áreas da organização, tem por incumbência maior a análise, diagnóstico e preposição de medidas corretivas, com vistas ao cumprimento dos objetivos e metas traçados para a organização como um todo. Morante e Jorge, (2008, p.1).

Para Benedicto e Leite (2004, p. p. 61-81), a Controladoria pode ser relacionada com um sistema de informações que objetiva auxiliar o processo de tomada de decisões dos gestores, que são responsáveis pela direção e o controle das operações realizadas pela empresa.

2.3. A Função do Controller e da Controladoria

Para PETERS, o controller deve estar sempre ocupado em sistematicamente comparar, discutir e informar aos gestores as melhores maneiras de condução dos negócios para a consecução dos objetivos da entidade dentro de uma gestão consistente de riscos. Peters, (2007, p.3).

A função controladoria é avó da ciência econômica capitalista e bisavó da administração cientifica. Quando Adam Smith estabeleceu os rudimentos do liberalismo econômico, já há três séculos, os contadores aconselhavam os banqueiros venezianos (Atual Veneza - Itália) a nobreza europeia e os mercadores aventureiros a fazer o controle econômico de seus empreendimentos mercantis.

Quando Frederick Taylor e outros pais da administração moderna, no final do século XIX, estabeleciam os princípios norteadores da gestão empresarial, a controladoria iniciava seu 5º século de serviços prestados à sociedade em geral e aos empreendedores especificamente. Peters, (2007, p.3).

Segundo o PORTAL DE CONTABILIDADE:

Para ser um bom controller é necessário ter o conhecimento em gestão organizacional, de recursos humanos, supply e produção, por exemplo. Este conhecimento vem de um controle preciso de indicadores da empresa, que envolvem um melhor gerenciamento da contabilidade, dos custos, das finanças e da tecnologia da informação, dentre outros. O controle precisa envolver auditorias complexas e que cheguem ao nível de detalhes não demonstrados diretamente em relatórios contábeis.

O controller precisa demonstrar a capacidade de prever os problemas que poderão surgir e de coletar as informações necessárias para a tomada de decisões, visando à implantação de ações de melhorias. Precisa fornecer as informações em linguagem clara, simples e direta aos usuários e principalmente traduzir os fatos, uma vez que os números isolados não auxiliam a administração da empresa. Portal de Contabilidade, (2013).

Tung (2001, p. 83) apresenta o seguinte conceito de controller:

A palavra controller não existe em nosso vocabulário. Foi recentemente incorporada à linguagem comercial e administrativa das nossas empresas através da prática dos países industrializados, como os Estados Unidos e a Inglaterra. Nesses países, controller, ou comptroller, designava inicialmente o executivo incumbido de controlar ou verificar as contas. Com a evolução industrial e comercial, essa definição tornou-se inadequada, visto não abranger a amplitude das funções do controller. No Brasil, principalmente, o desenvolvimento econômico tem provocado o aparecimento de classes profissionais antes desconhecidas. A função dos Executivos Financeiros, como atividade profissional distinta, nas grandes empresas, obedece na prática às normas internacionais, que seguem em grande parte o padrão norte-americano.

2.4. Obstaculos para ampliação da controladoria

Tabela 2 – Tributação: Empresas x Arrecação – Brasil em 2011 (Adaptado)

Fonte CRC-SP da Receita Federal - Contábil x DIPJ x DACON x DCTFx DIRF x DCOMP.

            Vemos no Brasil que a grande maioria das empresas são tributadas pelo SIMPLES NACIONAL, sendo micro e pequenas empresas, não dispondo de muita estrutura administrativa, e a maioria das pequenas empresas não dispõem de controladoria, que acaba sendo mais presente nas grandes empresas, que na maioria são tributadas pelo lucro real.

Para Tung (1972):

Não há condições para a existência da Controladoria nas pequenas empresas, já que as diversas  funções gerenciais são desempenhadas pela mesma pessoa, o que não ocorre nas empresas médias e grandes, nas quais os cargos são bem delimitados permitindo que uma pessoa possa executar poucas 12 funções. Somente neste ambiente a atuação da Controladoria é necessária para a Administração Financeira, pois serve como observadora e controladora dos gestores. Tung (1972, p. 27).

Segundo Kassai (1997):

Uma das principais dificuldades para o microempresário consiste na compreensão dos mecanismos financeiros e contábeis do negócio, sendo que geralmente busca auxílio junto aos gerentes de instituições financeiras o que se apresenta pouco satisfatório. Kassai (1997, p. 8),

2.5. A controladoria como uma profissão valorizada pelo mercado

As empresas hoje estão vendo a necessidade de controladoria, a importância de ter este departamento dentro da empresa, tanto que, uma pesquisa do sitewww.administradores.com.brtrás a especialização em controladoria como uma das 10 especializações mais valorizadas pelo mercado, reflexo da necessidade por tais profissionais nas empresas.

Nº de ordem

Nome da especialização

   

1

Gestão tributária

2

Medicina do trabalho e gestão em saúde 

3

Segurança ambiental

4

Gerente de projetos 

5

Controladoria, Gerência Contábil e Fiscal 

6

Negócios em petróleo e gás

7

Engenharia de produção

8

Gestão empresarial 

9

Gestão de pessoas

10

Finanças aplicadas à gestão de RH

   

Tabela 1 - Pesquisa sobre as 10 especializações mais indicadas pelos especialistas

Fonte: Site Administradores (2013)

   

3.  PROCEDIMENTOS METODOLOGICOS:

Metodologia cientifica deve ser entendida como um conjunto de etapas ordenadamente dispostas que você deve vencer na investigação de um fenômeno.

Segundo Barros e Lehfeld (1986):

A metodologia é entendida como uma disciplina que consiste em estudar e avaliar os vários métodos disponíveis, identificando as limitações. A metodologia, num nível aplicado, examina as técnicas de pesquisa bem como a geração ou verificação de novos métodos que conduzem a captação e processamento de informações com vistas à resolução de problemas de investigação. Barros e Lehfeld (1986, p.14).

            A metodologia seria a aplicação do método através de técnicas. Constitui o procedimento que deve seguir todo conhecimento cientifico para comprovar sua verdade e ensina-la.

Este trabalho consiste numa pesquisa exploratória sobre o tema Controladoria: UmaBreve Revisão Bibliográfica, sua importância o mercado e para os profissionais de controladoria em especial para os controlers, baseando-se no confronto dos conceitos dados por autores consagrados de controladoria, profissionais atuantes do mercado.

A fundamentação teórica tem por objetivo efetuar revisão bibliográfica e abordar, dentro das possibilidades, os principais estudos já realizados na área em questão, por outros autores, sendo a presente pesquisa fundamentada em publicações de autores consagrados, nacionais estrangeiros, em livros, documentários, materiais de treinamento de empresas de auditoria e nas opiniões de profissionais de controladoria.

4. DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA:

Os capítulos anteriores foram destinados a justificar a escolha do tema pela demonstração da sua atualidade, importância e pertinência no estudo das ciências contábeis, em especial da controladoria de empresas além de ter o propósito de coletar o referencial teórico necessário a elaboração da pesquisa. As informações coletadas no material de consulta e, utilizando-se de uma abordagem, exploratória.

O estudo foi caracterizado no tipo denominado exploratório-descritivo. Exploratório por estar se tratando de um tema técnico pouco explorado teoricamente, e descritivo por estar fundamentado na pesquisa qualitativa, que é por princípio descritiva. Onde os resultados foram alcançados, que era o de efetuar uma breve revisão bibliográfica na literatura técnica especializada da ciência controladoria.

 

5. CONCLUSÃO:

Milhões de empresas são criadas e milhares sobrevivem. Naisbitt, (1999 p. 55), O Brasil e o mundo passam por grandes mudanças no âmbito contábil, até a língua portuguesa está em processo de harmonização entre os países lusófonos (Decreto nº 54/95).

Estamos vivendo uma época histórica de mudanças brutais, que irão colocar o Brasil entre a elite contábil mundial Com a adoção dos IAS/IFRS, com isso nossas empresas nunca serão tão competitivas como agora e por isso também se faz importante a figura do controler nas empresas, onde verificamos que a especialização em controladoria já é uma das 10 mais procuradas, conforme a pesquisa citada no texto, o que demonstra a crescente demanda por tais profissionais especializados em controladoria.

Através do referencial teórico pudemos ver que o objetivo foi atingido, onde evidenciamos de forma breve uma breve revisão bibliográfica, os principais conceitos de controladoria, o que é um controller, além de dados históricos sobre a controladoria no Brasil e no mundo.

Em seguida, abordou-se a revisão bibliográfica dos principais autores nacionais e estrangeiros sobre esta temática que vem ganhando espaço no país, em especial nas médias e grandes empresas.

Por ser um tema muito amplo, recomenda-se para futuros estudos, a ampliação do tema para outras pesquisas e a analise do conteúdo deste trabalho em artigos publicados em congressos, seminários, simpósios, periódicos e demais eventos da classe contábil.


REFERENCIAS:

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BENEDICTO, Gideon Carvalho de; LEITE, Joubert da Silva Jerônimo. Administração financeira, economia e Contabilidade: uma abordagem da relação existente no processo empresarial de gestão de caixa e lucro. Revista Brasileira de Contabilidade, Brasília, v. 33, n. 146, p. 61-81, mar./abr. 2004.

CATELLI, Armando (Coordenador). Controladoria: Uma abordagem da gestão econômica - Gecon. 2ª. Ed. – São Paulo: Atlas, 2001, p.344.

CGU – Controladoria-Geral Da União. Disponível em:www.cgu.gov.br/cguÚltimo acesso em 13/05/2013.

CRC-SP Cruzamento de Informações da Recei ita Federal - Contábil x DIPJ x DACON x DCTFx DIRF x DCOMP. São Paulo: CRC-SP, 2012, p.8.

KANITZ, Stephen. Controladoria: teoria e estudo de casos. São Paulo: Pioneira, 1977.

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MOSIMANN, Clara e et alli. Controlaodoria – seu papel na administração de empresas. Florianópolis: Editora da UFSC, 1993, p.85.

MORANTE, Antonio S., JORGE, Fauzi T.: Controladoria. Analise Financeira, Planejamento e Controle Orçamentário. São Paulo: Atlas, 2008, p.1.

NAISBITT, John. Paradoxo Global. Quanto maior o sistema, menores e mais poderosas são as empresas. Rio de janeiro: Campus, 1999, p.55.

PETERS, Marcos R. S. Implantando e Gerenciando a Lei Sarbanes Oxley. Governança Corporativa Agregando Valor aos Negócios. São Paulo: Atlas, 2007.

PORTAL DE CONTABILIDADE: Disponível em:http://www.portaldecontabilidade.com.br/

PWC. CPC/IFRS no Brasil CPC PME (IFRS SME) A Nova contabilidade para pequenas e médias empresas 2010 – 2012.São Paulo: PWC, 2010. p.4.

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