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A fé. A triste história de um vampiro Sinopse

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A fé. A triste história de um vampiro Cap. 14 de 14 (Final)

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A fé. A triste história de um vampiro Cap. 13 de 14

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A fé. A triste história de um vampiro Cap. 12 de 14

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A fé. A triste história de um vampiro Cap. 11 de 14

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A fé. A triste história de um vampiro Cap. 10 de 14

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A fé - avatar A fé Contos

AS QUADRILHAS SE AGRUPAM!

Atualmente, a ficção vem sendo vista como quase real em razão das circunstâncias lhe serem favorável pelas incessantes descobertas científicas e a moldagem constante das mentes acompanhando a evolução diária das descobertas mirabolantes, por isso, não mais podemos dizer que determinado evento, que não conhecemos, possa ser uma quimera. As noticiais cada vez mais verosímeis, de discos voadores nos rodeando não podem ser consideradas utópicas, a biologia, matemática quântica, cibernética, viagens estelares etc. não são mais vistas como uma ficção, no entanto...

As leis, aprestos policiais, instituições de segurança pública e judicial, os seres humanos hábeis para o combate ao crime, ora organizado (ou quase), estão em patamares quase ao rés-do-chão ou algemados à atuações repressoras, por leis falhas, com isso, o crime, que não está limitados pelos ditames ou normas legais e imorais, vem proliferando, diuturnamente e estendendo às suas garras torpes nas metrópoles, no interior e, até nos grotões. No meio dessa "engrenagem", como "massa de manobra", gravitam os miseráveis do salário mínimo saltitando entre o trabalho e os vagabundos no seu itinerário casa e trabalho, tendo, por única defesa pessoal ou familiar, apenas a "mordaça" que os transformam em testemunhas mudas dos delitos diários à sua volta e percepção, entretanto...

O "Mal" por si só, não tem o reforço nem o alimento do "Bem" e precisa da platéia como vítima ou... Sua admiradora! Da mesma forma, os governos não podem dirigir ou governar sem uma base ilibada, a menos que se igualem aos bandidos.

Uma onda de crimes invadiu o país de norte a sul e de este a oeste, quadrilhas eram aglutinadas da noite para o dia, arrebanhando os bandos e "tribos" dos arrabaldes das grandes cidades, em cada uma delas um "chefe", de "celular" nas mãos, se comunicava com o outro em um bairro diferente de seu domínio. Às armas, inclusive de grande porte e potência, eram mostrada ostensivamente sob os olhares do público que "via sem ver" e "sem saber, querer ou poder", limitando-se a passar pelos bandidos sem os encarar com um medo terrível de represálias violentíssimas. Os quadrilheiros decretaram a extinção das testemunhas, tornando-as mudas apesar da "fala" ser fluente para outros assuntos a não ser os crimes vistos por elas, denunciar um crime, mesmo sendo vítima, seria punido com outro crime mais violento e até a morte material e física, muita das vezes, desnecessárias.
Lojas e fábricas eram fechadas de uma hora para outra à critério das quadrilhas com a desculpa pueril de não admitir no local um empresário melhor sucedido do que eles ou, simplesmente, para terem uma melhor linha de visão de determinada área, onde, até residências eram "arrestadas" e desocupada ao bel-prazer do chefe da quadrilha ou bando.
-O governo?
Estudando e esperando.
-A policia?
Aguardando e fazendo planos.
-A população ordeira?
Rezando, orando e... Sofrendo!
-As leis?...Só atuando contra os que, por fragilidade dolosa, ou não, cometeu crimes sem ter uma defesa boa, retaguarda financeira ou erudita.
Pouco a pouco as quadrilhas foram se organizando e aliciando pessoas fracas de moral, mas, com tirocínio escolar e QI elevado, era o "coroamento do mal" sendo anexado às "coroas do saber e da inteligência", onde o plano criminoso seria estudado com riquezas de detalhes técnicos, tendo na vanguarda braços armados com armamentos pesados manejados pelos "expurgos" que só serviam para aparar as arestas dos "entraves dos crimes" sem discutir os meios e os modos interessados apenas no fim planejados pelo corpo ou retaguarda sob o comando dos "chefes".
À medida que a modernidade e o desenvolvimento foi se acercando da população de classe intermediária, passando pela média e elite social, os bandidos organizados e orientados pelos seus cúmplices mais capazes, passaram a acenar com outras armas, talvez mais potentes do que as de fogo, denominadas de suborno e persuasão com foco direto para os políticos, policiais, judiciário, legislativo e até os eclesiásticos, quando, então, sem feri-los , enchia-lhes os bolsos com moeda corrente e vultuosa para a simples barganha de "nada ver, nada fazer, nada impedir e nada... acontecer!" em contrapartida, ajudando nos seqüentes crimes, cada vez mais bárbaros, dos, assim, corruptores, tal "arma" não foi dirigida para a classe paupérrima dos "quinzenais do salário mínimo", pessoas essas que vegetam quinze dias por mês à procura do que comer e beber em razão do salário, quando o recebem integral, não lhes dar a subsistência por mais de uma quinzena mensal, Eles são dispensáveis e descartáveis para às quadrilhas que não se interessam por migalhas de quem vive na carência de tudo, todavia, tal classe tem um peso que vem sendo relegado pelos bandidos que só a considera em termos financeiros rastejantes ou, simplesmente, como tendo apenas o "peso do número"
Há muito mais pessoas carentes no país e até no mundo do que os privilegiados de fortuna, qualquer que sejam eles, até dos que "vivem" da rapina! Não se devem desprezar os números, eles são seqüenciais e... Infinitos! Se reunidos, eles vão interligando, lado a lado, em "fila indiana" e ultrapassando em muito os de menor potência de valor individual. Dentre os "quinzenais" existe todos os tipos de seres humanos numa miscelânea de religiões, profissões, estados civis, cores, moral ilibada e anormal, boa e má, todavia... Todos deserdados da fortuna e da partilha! Os seus conceitos de inteligência estão absorvidos pelas agruras, contudo, no meio deles, embora entorpecidos, há alguns de "QI" especiais precisando apenas de uma faísca para vir à claridade e mudar-lhes o "modus-vivendi".
Desinteressados, as quadrilhas nada tendo a explorá-los age com ele como o Estado sempre atuou: ignorando-os totalmente.
Os poderes do Estado, passo a passo e com honrosas exceções, foram minados pelas armas da corrupção e do suborno. Altas patentes, governantes magistrados, doutorados etc. eles foram, em grande número, sendo amealhados pelo persuasivo poder do dinheiro fácil com a recíproca apenas do nada efetuar para o combate ao crime organizado, não satisfeito com essa infame adesão, os "pensantes" das quadrilhas passaram a convencer e a contar com os novos graduados, menos famosos, dirigentes neófitos, mas, atuantes e na linha de frente do combate ao crime colidindo com o "braço armado" dos marginais, às vezes, sem nem saberem da conivência dos chefes de ambos os lados e, quase sempre, traindo o colega ao seu lado desconhecedor da alienação covarde e desleal.
Diariamente, fortunas mudam de mãos e... Mais fábricas e comércio são fechados! Os próprios fiscais recebem uma leva enorme de dinheiro das quadrilhas mais proeminentes e dos corrompidos de maior grau de comando e escolaridade. No meio, os "quinzenais" vão se reproduzindo e aumentando de número, acrescidos pelos "dilapidados" financeiramente pelas quadrilhas.
Um poder infinitamente maior a tudo observa e... Permite!
O plano de Deus não tem gestores, orientadores ou sócios, Ele o elaborou e continua dando o livre arbítrio aos bons e aos maus, só a sua criação poderá tomar o lado da "gangorra" perdendo-a para o "bem" ou para o "mal", quando intervém, é apenas para "pescar" alguns para si ou para a "cremalheira eterna onde só haverá rangeres de dentes", todavia, escolher o modo de vida é sempre nosso!
Debaixo do sol nada ficará escondido eternamente e ninguém conseguirá "enganar a todos por muito tempo". Além disso, a somatória do "mal" se destruirá por si própria se for coletando a "torto e a direito" os seus adeptos ou simpatizantes voluntários ou selecionados, isso ocorrendo, acabará eletrocutada pelo curto-circuito das ambições de dinheiro e poder na divisão do bem alheio ou na "fogueira da vaidade" dos muitos chefes de várias quadrilhas. A cada seqüestro, roubo, assassinato, tráfico de drogas e armas, latrocínios etc., as vítimas ou os seus familiares, vão acrescendo o número dos "Quinzenais do salário mínimo", os bandidos acabarão tendo os seus poderes limitados, não pelas forças de separação mas, pelos avolumados números dos "Quinzenais", estes, miseravelmente famintos e desconexos, coxos de suas capacidades de embates contra as poderosas armas dos opressores.
É quase o momento da chegada da faísca...

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