| NÃO SEI |
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A imensidão crepuscular da dor Solitude de um eremita Ruminando tristezas sem fim Ciúme, desconfiança e raiva Os magos do infortúnio não apagam vivas memórias Que cavalgam aos pares pelas Turvas e espessas matas do sono. Toda a nossa vida Navegou entre a Esperança e o desespero Linhas longitudinais Da ilusão e da verdade A fotografia inerte revive Lembranças de cálidas paixões Açoitando inexorável destino. Te quero ou esqueci? Não sei...nem sei.
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