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Escrito por Adriano Saraiva, em 02-04-2008 15:13
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A imensidão crepuscular da dor
Solitude de um eremita
Ruminando tristezas sem fim
Ciúme, desconfiança e raiva
Os magos do infortúnio
não apagam vivas memórias
Que cavalgam aos pares pelas
Turvas e espessas matas do sono.

Toda a nossa vida
Navegou entre a
Esperança e o desespero
Linhas longitudinais
Da ilusão e da verdade
A fotografia inerte revive
Lembranças de cálidas paixões
Açoitando inexorável destino.

Te quero ou esqueci?
Não sei...nem sei.

Publicado em : Literatura, Poesias
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Comentários (2)
Postado em Zélia Nicolodi, em 05-04-2008 07:59, , Membro Registado
...eternas dúvidas! Um belo poema retratando a incoerência em que navega a nossa alma... 
Beijos e um dia muito feliz!
 
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Postado em Guilherme Fava, em 02-04-2008 22:43, , Membro Registado
Você consegue demonstrar duas linhas ness obra... muito bom o seu pensamento sobre a visão da vida (entre a esperança eo desespero)... Parabens... Um grande abraço
 
» Responder a este comentário...

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