| Amigo |
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Nessa árdua estrada, o caminho para todos os efeitos, é preciso meter o peito, meu camarada, que não há parada, volta muito menos, e se a pipa se solta, o sujeito fica na mão, seja torto ou direito, acredite ou não ter sido feito de barro ou de costela do Adão, nessa estrada, meu irmão, de tempo e espaço infinitamente perfeitos, perfeitamente infinitos, de tantos traços, os chamados escritos, cheios de preconceitos, preto, branco, certo, errado, feio, bonito... nem um estreito passo pode ser desfeito, em qualquer pessoa o verbo não perdoa, nessa estrada que se desdobra sob tantas sombras que não são abrigos, só uma palavra sobra: amigo!
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