| Preciso respirar! |
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Passado com o tempo que não passa por mim, deixando um furo assim, que não promete futuro, ao que ainda se amarra com garra afiada, da vida triste, uma piada! [sem graça] sentado num banco solitário da praça, é que lembro da força e amor que ela me abraça, soltando ao ar pra nunca mais voltar a minha dor. deixado em estado bastardo, um senso gentil daqueles nunca tardo, que alivia o fardo do pobre homem cansado de nada que tudo é, tão careta e babaca. pra puta que pariu, não é retrato de brasis ou Brasil ric! soluçando não encontro em choro nem em côro um hino ou solução grito ao moço do céu: salvai a nação medrosa e acuada, gritante S.O.S acuda! já basta de tanto que leva a nada culpa da fada puta! que negou o pedido e deixou o moleque fruto do acaso puto! com tudo por ter nada.
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