| Fogo de palha |
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Não há quem na dela não entre, também não dá pra não entrar que a menina é de amargar, geme e arde, treme que nem dançarina na dança do ventre, e de baixo pra cima e de cima pra baixo, avança e espreme o barbado, e é bem mais espremeção do qu'em vagão superlotado de trem que sai às seis da tarde, mas, quando parece que dessa vez vai, que são favas contadas brasa e fogo espalhado, a danada faz que se encabula, a gula do coitado trava com um berro, e o cio dela se esfria por completo como se tivesse tomado aquela ducha de água fria, e o marmanjo se faz de anjo, implora, roga que ela relaxe, e faz as juras de praxe, aquelas juras... você sabe... só aqui... só ali... é o que cabe nessa hora... mas, é malhar em ferro frio que Amália mantém o veto e pra casa a mula pica, e o rapaz se arrasa e ardendo em sua chama fica, estou lhe dizendo, a droga de jogo que a Amália joga se chama fogo de palha!
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