| O velho e a solidão. |
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Senhor dai ao santo um sonho. Ao mundo um dono. Ao velho nunca o abandono. Em cada rosto marcado, uma ventura, uma alegria, uma lágrima. O passado, a brisa macia, cercando presente turbulento; ondas, mecanismos, curto-circuitos na mente cansada que prolifera sabedoria ... amizade inocente, que o presente se faz inconsciente. Corpo velho da doença doença que leva assento. Sente-se, pare depois do tudo ou deixe o nada tomar conta depois do nada. A criança que chora dás uma balaao velho cansado e triste abandonado que resiste ser adotado por uma morte triste dás as costas que a todos abala. Seca este pranto para que um dia alguém te carregue pela mão te atravesse a rua da solidão sem que precises pedir misericórdia ou perdão.
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