Uma alma Imprimir Enviar para um amigo
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Escrito por Helena Karsof, em 23-09-2007 22:54
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Apenas as dores nem sempre sentidas, as lágrimas nem sempre derramadas.

Texto Principal: Tirada da obscuridade,

Mas arrasta-me para uma constante dor da vulnerabilidade

Como guerreira vencida,

Já não tenho o escudo,

Minhas armas , por terra foram lançadas.

Estou exposta, desnuda, a mercê

E morro um pouco a cada dia

As chamas negras do gélido sol

Remetem-me a pensamentos de dor e solidão

Meu resgate tornou-se minha agrura

Minha liberdade permeada de aflição.

Oh! Algoz amor insano,

Cujas palavras doces tornam-me amargas como fel

Cujas carícias ferem a pele, na aspereza de seu toque, ante a suavidade do momento.

Seus olhos já não são amáveis, mas inquiridores.

Choro amargas lágrimas,

Que escorrem pelo rosto corado de pele frágil, que vão queimando feito o ácido corrosivo da desconfiança.
Publicado em : Literatura, Poesias
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Comentários (2)
Postado em gildeonrocha, em 27-10-2007 23:08, , Membro Registado
Dificil demais comentar um poema que encerra em si a essência do seu título: uma alma. É imutável a alma presente no seu escrito. Eu a vejo, sinto e me compadeço da dor que o eu lírico apresenta: uma heroína derrotada. Vencido e convencido estou: você é uma escritora fantástica. Parabéns e sucesso!
 
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Postado em THYMONTHY BECKER, em 25-09-2007 11:53, , Membro Registado
PARABÉNS PELO TEXTO. MUITO BOM
 
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