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Escrito por Wendell de Freitas Barbosa, em 22-04-2008 14:59
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Tu mentes, finge e brinca,
Mas no fundo não raciocina
Todas asneiras que fazes
Pega um baralho e seleciona os Azes!

Conjura feitiços de tolerâncias,
Inventa verbos, dá esperança
De uma relação laica e perfeita,
Faz: rir todos palhaços e seitas!

Uniformes e vestuários freqüentes
Pra imbecis e indigentes doentes!
Faz me rir, rio prostrando-me ante o lago,
Lago de minha memória de afagos...

E nessas “Construções” vibrava
Ora dizes “E era no principio a palavra”
E era no infinito a matéria, que é eterna?!
E no abismo era tudo, numa caverna?

E o sorriso que em mim faltava?
Nunca mais dançarei com raiva
Nem igual rirei sem ironia,
Não menos cantarei sem euforia!.

Que desses meus submersos versos
Fim dos calores e gasturas,
Inicio das noites mais obscuras
Em meio à imensidão do universo.

Publicado em : Literatura, Poesias
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Comentários (3)
Postado em lindinha, em 24-10-2008 18:57, , Membro Registado
parabéns
 
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Postado em lindinha, em 24-10-2008 18:56, , Membro Registado
:eek nossa imprecionante tudo que você escreve, parabéns, gosto de todos, tu tens muitas idéias demais, simplesmente
 
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Postado em Adriana Almeida, em 11-07-2008 20:10, , Membro Registado
Fica até dificil de acreditar que vc tem (só) a idade q tem. 
 
Adorei. 
 
Beijo
 
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