A aluna e o professor Imprimir Enviar para um amigo
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Escrito por Carolina Fernandes Leite, em 25-04-2008 14:12
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Início do ano letivo. A classe, em polvorosa, aguardava a entrada do professor de Direito Empresarial.
As meninas haviam ouvido falar que o professor era um tipo muito alinhado... , arrancava suspiros dos coraçõezinhos sedentos de amor... Marcelo, era seu nome...alto, olhos castanhos, cabelos ligeiramente grisalhos nas têmporas, realmente tocava fundo na imaginação das garotas...por outro lado, os rapazes, num muxoxo de desagrado, procuravam menosprezá-lo... diziam que lhe faltava macheza...essas meninas são umas bobocas, diziam ressabiados.
Desde o primeiro dia de aula, uma das alunas deixou-se levar pelo charme de Marcelo. Mirava-o apaixonadamente...sonhava por perder-se em seus braços...imaginava-se trocando beijos ...e o que mais permitia sua virginal imaginação.
Por seu lado, Marcelo procurava manter sempre a compostura, pois, sabedor dos sentimentos que despertava nas meninas, procurava sempre agir com a seriedade que seu cargo exigia, e, quando alguma garota procurava se insinuar...ele prontamente a repelia com todo o tato possível, para não ferir susceptibilidades.
Porém aquela...Ah! era especial... tinha um não sei o que a despertar sentimentos adormecidos no coração de Marcelo, já casado há alguns anos. Contudo, seu senso de responsabilidade não lhe poderia permitir tais veleidades... afinal... era professor, e aquela, sua aluna...uma grande barreira a separá-los.
Ela, cada vez mais enamorada, a cada aula mais sonhava. Quando o professor começava a explicar, mais se deixava levar pela imaginação fértil. Fitava-o nos olhos...perdidamente enamorada. Mais não ousava, e sofria, quando via suas colegas procurando se insinuar junto ao mestre.
Pensava...e se ele ficar mais atraído por alguma delas...são tão bonitas... e as garotas procuravam cada vez ser mais ousadas. Cruzando as pernas, procuravam expô-las ao máximo... sem sucesso, porém, e os rapazes cada vez mais o viam como não apreciador das garotas. Diziam: Essas piranhas tão dando o maior mole, e o cara nem quer saber. Vai que é bicha. Ele começou a imaginar coisas... contava as horas que o separavam da aula...daquele tormento de aula... daquela tentação de saias, chamada..., doce criatura a reviver todo o amor que ainda não viveu. Os sentimentos afluíam. Ela cada vez mais enamorada, sentia-se quase desfalecer a cada vez que Ele a fitava nos olhos. Quanta emoção (tesão) havia naqueles olhares. "A tímida" sentia o orvalhar do amor somente de sentir o olhar penetrante do mestre, e imaginava como seria o momento da entrega definitiva. Tanto ouvira falar da magia desse momento, tanto desejava sentir o desejo saciado, que chegava a doer seu coração enamorado.
Corria o mês de Abril...aproximava-se o fim do semestre, e com ele, o término das aulas. Prazo realmente fatídico para o que platônico amor de Marcelo e ... tomasse outros rumos.
Não poderiam simplesmente dizer um adeus... assim, sem nada... porém como encontrar um maneira de saciar os desejos secretos e incontidos ? Ambos tímidos em demasia. ??????
Finalmente o acaso... sempre o acaso a colaborar com o amor fez sua parte.
Marcelo resolveu sair uma noite, após uma interminável correção de provas, para dar uma volta e esfriar a cabeça. Estava tomando um refrigerante quando se sentiu observado... instinto dos apaixonados... olhou para o lado, e então lá estava a bela e tímida , cada vez mais doce... mais desejável.
Da troca de olhares, o amor surgiu irresistível, forte... agora não havia mais a barreira da sala de aula, nem da presença das colegas. Um toque de mãos teve o efeito de um choque elétrico. Pronto, uma corrente de amor e desejo tanto tempo contidos, rompeu todas as barreiras.
Ele convidou a garota para um passeio. A menina a princípio relutou, dizendo ser ainda virgem. Tal declaração o deixou ainda mais excitado. Garantiu que poderia ir sem susto, pois ele seria bastante delicado. Realmente, proporcionou uma primeira vez inesquecível para a menina. Sem pressa alguma, despiu-a lentamente, e começou por acariciar-lhe o corpo todo com movimentos bem lentos. A garota já nem sabia mais onde estava, tão grande era sua excitação. Pediu então: Quero tudo, tudo...
Ante tal apelo, ele iniciou a penetração com todo cuidado, para não machucá-la. Levou-a ao ponto máximo do prazer que foi tão grande e nem mesmo sentiu a dor natural do rompimento do hímen.
Finalmente conseguiram dar vazão aos sentidos... concretizaram o amor impossível... que surgira timidamente numa suave troca de olhares, e que, vencendo as barreiras das diferenças entre ambos, revelou-se magnífico em seu esplendor total.


Publicado em : Eróticos, Contos Eróticos
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