| Caminho de volta. |
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Quanta gente passando fome, Quanta miséria,massacrando a própria, miséria. Países nas olimpíadas da corrupção, Erguendo vaidosos, medalhas de ouro. Há se esse ouro tomasse a forma de pão, não perderíamos tantos irmãos. Por que tanta sede de matéria em meio a tanta cultura? Não sabem que tudo fica, desintegra-se Só o espírito permanece. Não posso gritar, nem ao menos, quero mais chorar. Mas jamais, nem com todas as dificuldades, Vão cegar uma nação Pois palpita-lhes a inteligência, Que foi herança do Criador. Sigam a rota da colheita de sua própria ferocidade.. Nós preferimos ser gente,POVO.
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