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| darkness |
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Já não somos mais o mesmo Andamos sorrateiros, escondidos na escuridão Observando a escoria, que teme ser normal Olho para o passado e vejo o que tudo virou Olhe em meus olhos e diga que você não me ama Olha em minha alma e diga que não me quer Vida de trevas vida de escuridão Agora tenho medo, mais medo do que Um medo de ser o que na realidade abomino Ou medo de permanece nas trevas Olho para alto e sinto medo, de dedos que apontam E julgam-me e me condenam pelo passado de horror Abrase-me beije-me e diga que nunca me abandonara Ó minha amada escuridão me acolha em seu ventre E me proteja do mundo. Que me consome Que me consome
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