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Escrito por Carmelo Vitorino da Costa, em 17-07-2008 12:52
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Nos Ávaros dias da nossa história, o rei Arthur em uma vigília, não se contendo ao descobrir, alguém que não decorou regendo, do Lago Sul disparou da Ribeira sua Flexa. O Demo, foi às torres de marfim, convocou todos para um árduo Suplício: instaurar um CIPhrado. Mesmo sem sincronismo, um insistente “Daqui não saio daqui ninguém me tira” continuou e virou pano pra muita manga. Amon I, cá, do lado de fora, se vendo livre do anonimato, aproveitou: tomou umas doses de Foto Shop, rejuvenesceu e expôs os seus “de couros” em praça pública, sabendo que depois desses impasses, o que reside é Liseu.
CIPhra aqui, CIPhra acolá, até que finalmente, houve uma mudança na partitura depois que o Augusto César decidiu sair da Casa Grande e se organizar cá na Mata, ao sabor da maresia Serrana. Lá, um Marco junto à macieira, foi colocado e rapidamente ensaiaram um novo concerto, apesar de apenas 46, optarem pelo show.
Dizem, que até Cristo veio de Vam. Mas... e a regência em Ré maior? – Perguntou o Paim do apóstolo Pedro. Disse então o Augusto – “Para um tom relativo, convocaremos o “Grande Tio”. RÉ? Não neste opus! Botei-lho de fora, pois no momento, SOL vai calhar!”.
Aparentemente, ficaram todos bem. Entretanto a platéia de “bons de(votos)”, que impo$tamente contribui para que essa sinfonia saia do prefixo, mesmo com dúvidas e cansada de tantos opus, continua aguardando óperas.
...e vão Hino, mais ou menos assim:
“Num posto da Ipiranga há jovens flácidas...”

Publicado em : Diversos, Críticas Diversas
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