| Cócegas |
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Manhã cheia de orvalho, ramos úmidos Tempestade silenciada em graça... Chão lavado levado, findo, ido Olhar de sorrir, de se rir, chalaça... Sol solvendo nas gotas o brilho tépido, Há quem dissolva assim a vida e faça Calor para esmiuçar o gelo em dança... Quero poder assim viver vivido. Quero lhe futucar, amor, pecar É não tornar o grito em riso, ria Para desconcertar o certo e errar! Com as vestes do rei fazer folia! Apagar seu reinado é reinar, Acenda esse sol, amor, sorria.
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