| Escrito por Croix, em 28-07-2008 19:16 |
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Oh sim, eu fico com meu membro ereto sempre que me lembro de minha Lisinha, esse é seu nome que por sinal eu que dei, pois ela não tinha um pelo se quer na parte mais quente de seu jovem corpo, Lisinha ninfeta com alma de mulher, magrinha com seios robustos e bumba uma redonda, com uma bucetinha tão fechadinha que dava para se ver apenas um fino risco, ah sim, sempre me lembro da época em que eu não tinha sentido seu corpo quente, ela era minha vizinha filha de pais separados com uma mãe que trabalhava o dia todo, perdi a conta de quantas vezes eu fiquei na varanda de minha casa, olhando ela usar um pequeno biquíni e se deliciar com a água fria da piscina, no canto esquerdo da janela eu socava punheta feito louco muitas vezes eu gemia alto só pra ver se ela escutava, mas ela nunca deu bola, pelo menos eu pensava que não, em um belo sábado ao som da campainha me deparo com Lucia minha doce Lisinha com os cabelos molhados, com olhos tão escuras que me hipnotizavam, eu acho que ela sabia que eu estava sozinho em casa, ela perguntou se eu sabia gravar musicas no CD, “ bem, eu sei transa também sua cachorra – eu pensei na hora”, em minutos ela estava na minha sala, eu não estava acreditando, enquanto eu a acompanhava para meu quarto, eu ficava tipo “bom bando” atrás dela e fazendo gesto com minha mão, ela entrou e se sentou na minha cama, quando liguei meu computador eu ficava medindo ela dos pés a cabeça, e meio que sem quer meu pau começou a ficar duro e quanto mais eu me ajeitava na cadeira mais duro ele ficava, “puta merda o que eu faço”, respirando fundo e torcendo pra ela não notar nada, pois ela poderia pensar que eu sou um tarado, é, na realidade eu sou, e eu queria mesmo é ver ela chupar meu pau todinho, mas eu não tinha muita coragem para isso, ao abrir o programa para salvar as musicas dela, ela falo algo que até hoje mudou minha vida, “é, procura uma música pra mim? – claro qual o é nome da música? – aquela, você bate punheta me espiando!”, puta que pariu, eu queria que ela soubesse o que faço quando ela está nadando, mas assim não pow, incrivelmente meu pau caiu em vez de levantar mas só tinha uma coisa a fazer nessa hora, “meu pau ta duro, bem, tava!”, quando eu falei isso ela deu uma boa gargalhada e alisou meu saco por cima da bermuda, “então ele vai voltar a ficar duro já, já”, ai eu comecei a beijá-la feito um doido já tiramos as roupas e ficamos só com as roupas intimas, nos jogamos na cama que por sinal o estrado fez um barulhão parecia que ia quebrar e ela apertava meu saco junto ao meu pau com muita força, a menina tava numa sede maldita, ela abaixou minha cueca com suas pequenas mãos e terminou e tira-la com os dedos dos pés, “você realmente sabe o que estava fazendo hein! – cala boca e me chupa vai, vai, vai ”, rapaz, quando eu tirei a calcinha dela eu vi aquela xaninha pequenininha sem um pelo se quer meu pau começou a latejar de um lado para o outro, sem demora eu cai de boca lambi ela como nunca tinha lambido ninguém antes, suavemente eu abria sua xaninha e lambia o grilinho, ela gemia e rebolava na minha boca, fui subindo tirei seu sutiã chupei aqueles biquinhos rosados e pontudos, “mete essa rola em mim, mete tudo”, como um cachorrinho que obedece ao dono, eu fui penetrando meu pau bem devagar, ela dava pequenos suspiros e subia seu pequeno corpo pelo travesseiro, segurei sua perna esquerda com minha mão e me equilibrava meio desajeitado com o cotovelo no colchão, enfiei todo o meu prazer nela metemos carne com carne sem nenhuma proteção, e ela me segurava e forçava meu corpo pela cintura eu estava metendo tão forte que dava pra ouvir o barulho do meu colo batendo nela, como se fosse o som de um tapa meio abafado, “ah, isso é muito bom eu sempre sonhei em te comer, cachorra! – haha, quando você for gozar me avisa, hmm... que gostoso mete mais, isso...”, não dava mais para agüentar, e pra minha surpresa quando eu falei que queria gozar, ela saiu da cama e ajoelho no chão eu fiquei em pé na frente dela, ela segurou com força meu pau que estava quase explodindo de tão vermelho e começou a chupá-lo, e com que vontade que ela chupou, parecia que estava sugando minha alma fora as lambidas que ela dava no meu saco, ela meio que mastigava a cabeça do meu pau de um jeito que não dava para sentir os dentes dela, não dava mais para agüentar segurei a cabeça dela pelos cabelos e comecei a socar meu pau até a garganta dela e gozei, gozei muito, quando ela terminou de lamber todo o meu pau cai na cama e ela caiu por cima conversamos um pouco, pois ela queria mesmo que eu grava se umas músicas pra ela, conversamos um pouco mais antes dela ir embora, “agora que você é meu namorado agente pode meter sempre!”, na verdade eu nem dei bola pra esse papo de namorado, mas o fato de meter sempre, rapaz do céu dessa eu gostei.
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