| Rosas |
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Gosto do extrato, do inexplicável, do deplorável ser poético. Em que vazam os sentimentos e a nobreza de meu sangue, transformar o ser fúnebre em ser incomum. Eis o meu amor e devoção, quero a lágrima das rosas lavando o meu ser, rosas poéticas rosas amantes... Extrair dos mais belos momentos, os sonhos, e as canções para as serenatas. Trazer para as valsas a ternura cósmica, inagualável inspiração inesgotável. Para os lugares, sombras, almeijo o mais belo e precioso do que a arte, e para as lagrimas, o pulso de minha alma. Ao morrer Minha antiga proeza fazer nascer o novo eu, e Ao fim dos dias que se esqote o implacável dor formigante de meu peito. Pois quem vive... sonha a eterna ama do regozijo dos artista. És a inspiração... o amor.
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