| conto 11 - Troca de casal... |
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Espreguicei-me levemente da cama. Estava bem disposta, mas nesse dia sentia-me diferente... e deliciosamente satisfeita!
Estava leve e tranqüila. Abri a janela e vi o sol brilhante (deveria já ser por volta Das 10 horas da manhã, podia ver a paineira frondosa e exuberante... Pulei de sobressalto da cama e fui até a janela, respirei fundo e senti o perfume fresco De jasmim vindo da floreira abaixo daquela janela... O céu parecia uma pintura de tão límpido de um azul anil, sem nenhuma nuvem O que contrastava com a beleza e o fulgor dos raios solares... Ao meu lado, ele me olhava sorrindo e bocejava ao mesmo tempo... Estava nu ao meu lado, um corpo malhado e firme e toda virilidade de um membro latejando e teso apontando pra mim... Seus olhos de um verde amendoado e cabelos em desalinho, com aquele sorriso cafajeste e sedutor olhava-me maliciosamente... Estava com a camisa dele, e ficava minúscula com aquela camisa de seda social branca... Ao ver-me assim, comecei a rir e achar graça de tudo que acontecera e lembrei-me do motivo de estar ali naquele quarto com aquele homem muito fogoso e maravilhosamente um insaciável e delicioso amante... Sim esse homem. O causador dessa loucura, fazendo com que eu fosse parar na cama do casal... ele era casado, aliás eu também... A mulher iria viajar pra Europa a negócios (era estilista) e ficaria uns 15 dias por lá... Viajaria na manhã seguinte... Ele, empresário conceituado e bem sucedido da empresa onde meu marido era seu sócio... Fomos apresentados na ocasião da formatura da filha dele... Nesse dia, senti algo forte e inexplicável, quando fomos apresentados, senti um leve tremor quanto senti o toque de suas mãos nas minhas, e um leve rubor nas faces quando senti a perna dele roçando na minha embaixo da mesa onde estávamos os quatro reunidos (eu, meu marido ele e a esposa). Ficara muito excitada aquela noite, e ele não saia da minha cabeça... Rolou uma química muito forte entre a gente, era inevitável que não acabasse em cama, como realmente aconteceu... Essa noite eu estava exuberante num vestido prata longo, com as costas nuas até a cintura... O que marcava minha silueta esbelta e elegante (devido à prática incansável de yoga e balé). Estava bronzeada e os cabelos repicados num corte fashion e acobreados, contrastavam ainda mais com meus olhos verdes mel, a franja desfiada sob os olhos passavam um ar de mistério e sedução... Via que ele não parava de me olhar e o tempo todo me devorava com os olhos... Quando tocou uma música Caliente e sensual... Pediu licença ao meu marido e me convidou a dançar... O que fiz prontamente, já estava levemente excitado com o champanhe que degustava com a taça na mão... Senti aquelas mãos envoltas em minha cintura e senti um calafrio... Senti a umidade carnes íntimas queimarem em brasa podia sentir o membro viril dele em proximidade minhas coxas... Roçando ao embalo sensual e erotizado da música, inebriada deixei-me Conduzir por esse homem que ao contato com o corpo dele, estava magnetizada e em Fagulhas que ardiam de tanto excitação... Podia sentir levemente a boca dele no lóbulo de minha orelha, sussurrando... Amanhã de manhã vou levar a Cintia (esposa dele) no aeroporto... à noite estarei livre, te quero na minha cama! Quase desfaleci ali mesmo com essa proposta... E senti que meus seios ficaram enrijecidos e tesos, podia senti a umidade quente lubrificando o vão de minhas coxas... e a excitação latente do sulco morno que lubrificava toda a minha vulva macia ... que latejava deliciosamente em espasmos gostosos e compulsivos... ansiosa para receber ali um membro vigoroso e em estocadas viris e deliciosamente prazeirosas... Voltamos pra mesa (mas meu marido e a Cintia) não estavam mais ali... Deviam estar conversando com amigos, enfim... Ficamos na mesa... Ele simulou deixar cair alguma coisa no chão, e por baixo da mesa, Passou a mão em meus tornozelos, senti um calafrio na espinha... Tirou o sapato, e com o pé envolto naquela meia de seda, fez gestos obscenos e deliciosamente provocantes... Subindo e descendo no vão de minhas coxas... (que agora se entreabriam sem relutância a essa loucura, estava inebriada como todo esse clima de sedução...) Comecei a fazer o mesmo com meu pé nas pernas dele... E senti que se contorcia na cadeira de tanto excitação que também estava sentindo... Estava que não se agüentava mais eu sentia isso... Foi quando ele me disse, vamos pra minha casa agora... Fiquei perplexa ao mesmo tempo movida por uma paixão devassa e deliciosamente perigosa, eu o segui... e fomos pra casa dele...(mesmo sabendo do perigo e da insensatez que estávamos provocando). Mas não tinha como voltar atrás, o tesão que nos consumia era maior que tudo e que todos... Eu queria aquele homem e ele também me queria, era o que importava naquele momento... Mesmo que fosse o fim de tudo, mas para nós seria o começo de uma deliciosa aventura... Quando chegamos a casa dele, ouvimos uns gemidos no quarto de hóspedes... De uma Mulher que gemia deliciosamente de prazer... Pensávamos ser a filha dele que viesse mais cedo da formatura e estivesse com o namorado... Mas o quarto dela estava aberto e não tinha ninguém, será que fora para o quarto de hóspedes? Mas o carro dela não estava na garagem, quando chegamos, estava tudo escuro e tudo fechado... Não, não poderia ser ela... Então nos entreolhamos e deduzimos pasmos e boquiabertos... Eram eles, meu marido e Cintia, transando loucamente e deliciosamente no quarto de hóspedes... Chegamos mais perto para escutar... A mulher dele gemia gostoso e isso me excitava mais ainda... Enquanto escutávamos ele me bolinava por trás, nas minhas ancas, e acariciava minha gruta tenra e carnuda que pulsava de tanto desejo e excitação... E com outra mão apertava meus seios arfantes e fazia uma leve pressão nos mamilos túmidos e rijos que estavam enlouquecidos querendo ser degustados pela boca desse homem... Podia sentir aquele membro pulsando abrindo caminho entre minhas coxas, quando senti que ele levantou meu vestido até a cintura, abrindo passagem e roçando ele latejando no meu bumbum avantajado e macio... Foi quando eu disse: - não... aqui não ! Na sua cama, vamos! Entramos no quarto do casal, fechamos a porta e nos devoramos literalmente como animais no cio, desesperados e famintos de prazer e muito devassidão, libertinagem e muito sexo... Beijávamo-nos loucamente, salivando de prazer e tesão, ele chupava enlouquecido meus mamilos rijos... me deixando completamente absorta e quase sem sentidos... ainda mais com a sensação de leveza da champanhe eu estava literalmente solta e entregue à esses prazeres carnais de luxúria, pecado e loucura!!! Desci com tudo e engoli o membro dele inteiro na minha boca, gulosa eu me deliciava com minha língua em volta dele, salivando e com a outra mão eu acariciava os testículos deixando ele completamente louco de tesão... passava a língua em volta dos testículos e na virilha toda, levando ele quase a explodir o gozo ali mesmo... Transamos como nunca, de tudo que é jeito possível e imaginável... e todas as posições deliciosas e excitantes daquele sexo selvagem e tão gostoso... Suávamos como loucos... e nos deliciávamos exaustivamente... O perigo que a mulher e meu marido nos vissem ali excitava-nos mais ainda... E mais tesão a gente ficava. e parecia que quanto mais transávamos Mais queríamos, mais e mais... E mais... Uma verdadeira Loucura! Num desses intervalos, vimos um barulho de carro (eram eles indo embora). Mas da onde sairia aquele carro? quando chegamos estava tudo escuro e não tinha carro nenhum na garagem, e até o que estavámos tínhamos estacionado na rua lateral, pra não levantar suspeitas...Ou deveriam ter feito o mesmo, ou seria um táxi...enfim... Demos um tempo e ele foi até o quarto de hóspede, e viu um bilhete em cima da cama desfeita que exalava sexo de poucas horas antes... Dizia assim: - Meu bem, não te preocupa! Paulo (meu marido) me levará ao aeroporto amanhã de manhã, estou indo dormir na casa dele agora. Aproveite bem e beijinhos na Simone (filha deles que havia se formado essa noite)... e beijos pra Paula (que era eu) Te cuida. Bjos Cintia. Ele voltou pra cama atônito com o bilhete na mão e me deu... Eu fiquei mais ainda... Olhamo-nos e começamos a rir sem parar... Foi quando me dei conta que estava com a camisa enorme dele envolta em meu corpo nu, e ainda com resíduos daquela paixão no meu corpo todo... nos olhamos e tivemos que rir da situação sem parar... Foi uma experiência e tanto... Pra mim, para meu marido, pra ele e obviamente pra Cintia... Agora sempre saímos juntos, é uma delicia a companhia deles, e é um prazer indescritível sempre nos finais de festas... Fico excitada, e não vejo a hora de sairmos os quatro novamente...
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