| Escrito por Marcos Masini, em 01-08-2008 08:20 |
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Desligue a televisão e vá ler um livro. Conselho precioso se pensarmos na programação, principalmente da TV aberta, que nos é oferecida. Aos que possuem canal por assinatura, resta ainda um pouco de programação segmentada e de melhor qualidade.
Eu sempre digo que peguei o gosto pela leitura tardiamente. Mas quando olho pra pessoas com mais idade do que a minha, voltando às cadeiras universitárias, soltando a criatividade em atividades culturais diversas e se "jogando" no esporte, vejo que o tempo foi até complacente e me despertou para o fascinante mundo do ler em tempo.
Hoje, o desespero é tamanho, que leio dois livros ao mesmo tempo (um pouco de cada). Nos últimos três anos foram tantos que ficaria horas para relacioná-los . Gostaria, no entanto, de indicar alguns: O Físico, de Noah Gordon; Mentiras no Divã e Quando Nietzsche Chorou, ambos de Irvin D. Yalom; 1808, de Laurentino Gomes; O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder e Meninas Inseparáveis, de Loren Lansens.
Não que eu nunca tivesse tido prazer em ler. Uma coisa ou outra eu sempre tinha às mãos para folhear, nem que fosse história em quadrinhos. A TV aberta é a grande vilã desse meu despertamento (o lobo mau, o demo), ela foi, na verdade, o dispositivo propulsor ao estímulo à leitura. A podridão da programação televisiva é vasta, não é difícil se dedicar a outra atividade. E ler é riqueza para a alma. E quando a alma cresce, a essência de SER humano, aparece.
Além da leitura, algumas outras sugestões para desgrudar da telinha: ir ao teatro, visitar um museu, dançar com quem ama, ver o pôr-do-sol, jogar cartas, andar de patins ou bicicleta, ir à academia, brincar de amarelinha com os filhos, conversar com o vizinho, pintar um quadro, plantar algumas mudas de árvores.
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