| NÃO MATARÁS... CRIANÇAS! |
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Não macule o teu ventre, Santuário de doce harmonia! Deixe que em teu âmago entre A pura alma... Da cor do dia! Não lacres à vida a porta De um ente que não conheces, O futuro só a deus importa Tu, só ganhas o que padeces! Não sepultes na latrina O fruto da tua concepção, Seja antes uma maestrina Em regência de devoção! Não abortes a vida futura Sob tua tutela ingente, Deixe viver a criatura... Pedaço de ti inerente! O mundo está poluído Com tanta maldade insana: A cada feto destruído A escolha é menos soberana! Não és tu quem vai gerir A vida em teu ventre a nascer, A ti, cabe apenas... Parir! A Deus: fazê-los...crescer ! Se não podias dispor da vida Quando no seio da tua genitora, Por que, agora... Irrefletida! Quer da morte ser tutora! A maldade no mundo atual Não vem de crianças vadias E, sim, do adulto irracional: Mestre de vícios e orgias! O número de filhos num lar Onera a subsistência falida, Mas, fazer do útero um lagar, É a morte de tua alma e vida!
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