| Já vou indo |
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Já vou indo pra não passar da hora, por favor, pague a conta do boteco que, no momento, estou desprevenido, e vou beber a saideira que não poderia ir a seco, não esqueça a sardinha do Folgado nem de regar a Etelvina, mas, não a encharque, ela é muito frágil, e ponha adubo uma vez por semana, como de hábito, deixei no banheiro toda enrolada a toalha de banho, e molhei o chão, e usei o vaso sem levantar a tábua, não queria por nada que parecesse a ida confissão seguida de fuga, esqueci sobre a cômoda o seu retrato, o que levava na carteira, rasgue-o se quiser, não deixei meu novo endereço que é melhor você nem saber onde vou morar. Um abraço e um beijo. P.S. risquei o beijo que o achei inoportuno!
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