| O que mais dói... |
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Já passei por dois casamentos e fui protagonista de outras relações, digamos, menos sérias, ainda que não menos importantes.
Descobri, com isso, que não importa o quilate do envolvimento, ambas as partes saem perdendo numa separação... Claro que o tempo, o mais antigo e sábio conselheiro, é também remédio para todas as fossas daí provenientes. Entretanto, se se perde, por um lado, ganha-se, por outro. No meu caso, acumulei milhas de experiência. Um Know How que, contudo, não te deixa imune à dor. Principalmente a certas "dorzinhas"... Algumas são latejantes, oriundas que são do desprezo, da humilhação de sermos rejeitados, trocados (quando não "mal-trocados"), etc. Outras, persistentes, insistem em nos abalar quando revemos tudo porque passamos. Outras, ainda, nos corroem por dentro, ao imgaginarmos o suposto ser amado, com outro/a. Há também aquela dor que se torna aguda e atinge diretamente a nossa consciência, quando admitimos, ainda que só para nós mesmos, que fomos os responsaveis por uma escolha errada. Porém, considero como a pior de todas, aquela que permitimos tornar-se crônica, na medida em que, conscientes de que escolhemos errado, persistimos no erro. Tomar decisões também não é fácil. Portanto, ao contrário, não nos adoece quando acontece de forma acertada. Obviamente que toda decisão exige que estejamos preparados para assumir suas consequências. E para lembrarmos que, nem sempre, a decisão certa é exatamente a que nossos corações gostariam que tomássemos. Quando a razão e o coração começam a se contrapor, está na hora de refletir. De analisar se o caminho a seguir é aquele mesmo, se é aquela a pessoa que queremos para nos acompanhar nele. Caso contrário, a dor, inevitavelmente, nos acompanhará por uma longa trajetória dessa caminhada...
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