ÁGUA SALGADA Imprimir Enviar para um amigo
Avaliação desta obra: / 0
RuimÓtimo 
 
Escrito por sigmar montemor, em 09-11-2007 08:01
Avaliação média    (0 voto)
Visitas 1364    
Favoritos Nenhum

Sozinho a caminhar pela praia deserta

Procuro em vão tua doce presença

Uma nova onda então me desperta

Anunciando minha triste sentença

 

Estou só, insuportável realidade

Areia, sol, maresia e torpor

Prestes a morrer de saudade

Nem a maré leva embora minha dor

 

Cada grão de areia é um lamento

Minha vida já não possui cor

Não tenho força contra esse sentimento

Nem o mar é maior que meu amor

 

Minha algoz, na verdade é o que tu és

Nem a lágrima faz com que isto passe

Água salgada banha meus doridos pés

Brota n’alma e inunda minha face
Publicado em : Literatura, Poesias
Quote this article in website Favoured Send to friend

Comentários (3)
Postado em gildeonrocha, em 11-11-2007 23:01, , Membro Registado
Sobre o comentário 2: os gramáticos dirão que a palavra comparo, por estar depois de um ponto(.), deve ter seu começo com letra maiúscula.
 
» Responder a este comentário...

Postado em gildeonrocha, em 11-11-2007 22:58, , Membro Registado
O mar é vasto em sua extensão e como tema. Água Salgada é um dos poucos poemas que consegue tirar do oceano uma gota e transformar em palavras. Quase todos os poemas que já li sobre o mar é um ótmo começo e um naufrago fim. comparo este texto com o de João Bosco, Corsário. Olha, não é para qualquer um não, viu?
 
» Responder a este comentário...

Postado em Paulo Leandro Valoto, em 11-11-2007 19:17, , Membro Registado
Exclente! Rimas perfeitas. Uma musicalidade muito boa. Você está de parabens! Continue assim. Nunca pare de escrever! Sucesso pra você.
 
» Responder a este comentário...

Adicionar comentário

< Anterior   Próximo >