| Que confusão caótica! |
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O pleonasmo tautológico me permita, gente minha, que é lógico fruto do meu bruto e psicológico pasmo, que confusão caótica!, e começou exatamente no momento em que aquela diva, viva como ela só e mais erótica que rainha em visita ao parlamento!, deu espetáculo e exibiu o que não devia sem dó do seu consorte, consorte! que ironia do vernáculo!, bem, encurtando o relato, quando o consorte viu, acabou-se o que era doce e a dança virou briga de foice, que o diga quem entrou no picadeiro e participou do prélio, dama, cavalheiro, velho e até criança, e o consorte deu chifrada, marrada, e teve cama-de-gato, passo de capoeira, soco pra lá, soco pra cá, e rasteira e pontapé, e chave de braço e de perna, e, o que é pior, teve até chave proibida pra menor, e o local parecia até um forno de tanto que a baderna ardia em torno do brigão, todavia, pra admiração geral e qual apito de juiz acaba com a partida, no ato acabou com a zorra o grito forte de uma senhora recatada e calada até então: "porra! que corno chato!"; e, na hora, o pessoal pediu bis e, em coro, caiu na gargalhada, e o consorte caiu no choro!
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