| *147:Feito no enterro. |
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O perfume dela viajava, no ar que eu flutuava, seu cangote eu desejava, em seu andar eu delirava. Se as nuvens fossem de papel, eu versaria você lá no céu, rimaria doce como o mel, muito longe desse mar de fel. Foram-se as nuvens que pisei, secou-se o mar de rosas, me sequei, cadê o perfume que delirei? e a moça linda que desejei? Até isso a morte me levou, minha amada ela abraçou, aqui no mar de fel me deixou, sem, motivos para tudo estou. Sorri-perdi-sofri, o ter-o não ter-o morrerei, amei-amando-amarei no fundo buraco que te vi.
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