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Escrito por Cristiane Fernandes, em 16-09-2008 16:24
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Meu corpo estava entregue ao saculejar do ônibus, pela janela eu observava distraidamente a paisagem da beira da rodovia que passava velozmente igual a meus pensamentos. Estava a construir neles como seria no momento em que o ônibus chegasse em seu destino e eu avistasse vc a me esperar.
Um ligeiro frio subiu pelo meus estômago, respirei profundamente, observando meus seios se movimentaram por baixo do decote do meu vestido como se estivessem sinalizando á mim áquilo que me aguardava. Fechei os olhos, encostei a cabeça no vidro, puxei sutilmente meus lábios com um tímido sorriso de satisfação e pus-me a imaginar.
Vc estava lá, parado, olhar investigativo, curioso, ansioso. Tentava disfarçar a sua apreensão passando os dedos vagarosamente em seu bigodes, contornando a boca e descendo para a barba, mas seus gestos impacientes o delatavam. Apareci na porta do ônibus e nossos olhares se cruzaram, sem nunca termos nos visto pessoalmente, porém sabíamos quem éramos. Fui me aproximando com passos apressados em sua direção enquanto vc vinha ao meu encontro. Eu sorri para vc como confirmação de quem eu era e vc retribuiu timidamente como a dizer que já sabia. Ficamos parados por alguns segundos frente a frente, sem sabermos ao certo o que fazermos até que num impulso eu me aproximei para bem perto de vc, enlacei o seu pescoço com um abraço e deixei que pudessemos sentir os nossos corpos juntos, mesmo que publicamente, mas com um forte e cúmplice desejo de que só nós sabíamos. Vc entrelaçou suas mãos por minha cintura respondendo ao abraço enquanto que com uma das mãos em minhas costas empurrava-me levemente para mais perto de vc. Pela primeira vez, como a muito eu desejava, pude roçar leve e casualmente minha boca em seus pecoço, fechei os olhos e me concentrei naquele abraço apertado, sentindo o seu cheiro, senti algo em mim latejar naquele momento e não era o meu coração, que por sinal batia aceleradamente. Nos afastamos um pouco simultâneamente e eu rocei meus lábios nos seus, num pequeno, rápido e desejoso beijo. Ficamos sem graça, meio atônitos, sem sabermos ao certo como lidarmos com aquela explosão de emoções que nos acometia. Ficamos frente a frente, agora vc segurava minhas mãos, que estavam geladas, comentando qualquer coisa banal, fazendo um brincadeira qualquer, tentando mostrar naturalidade e fomos caminhando, lado a lado rumo ao estacionamento, rindo, conversando, brincando, como dois adolescentes.
Ao chegarmos até seu carro, vc gentilmente abriu a porta para que eu pudesse entrar, olhou-me safadamente, volteou a frente do carro e entrou tb. Antes de ligar a chave, vc aproximou seu corpo do meu, segurou meu rosto por entre suas mãos, puxando-o para bem perto de vc, seus olhos invadiram os meus e nossas bocas se tocaram. Senti o mundo girar naquele momento, um gostoso calafrio começou a percorrer meu corpo e minha pele se arrepiou. Entreguei-me á vc naquele beijo, sentindo sua língua e a minha se tocarem, passesarem lentamente por nossas bocas,nossas salivas se misturando e o nosso tesão crescendo. Ficamos por alguns longos e deliciosos segundos nessa dança de bocas e línguas, até que vc a recuou um pouco e eu lhe ofereci espontaneamente o meu pescoço, o qual vc beijou, subindo com sua língua até chegar ao meu ouvido, roçando sua língua por ela e me dizendo baixinho, quase sussurrando, quase suplicando:
- Estou louco de tesão por vc, não sei se conseguiremos chegar até um motel.
Eu emiti o som de um abafado sorriso misturado com um gêmido,totalmente cumplice do seu desejo. Suas mãos alisavam minhas costas, as minhas, sua nuca e nos abraçamos suplicantemente. Nossos corpos já davam todos os sinais de nossos desejos. Vc introduziu uma de suas mãos pelo meu decote, enquanto a outra alisava minhas pernas por baixo do vestido. Eu sentia o bico do meu seio muito rijo roçando suas mãos. Vc o segurou, apertou, brincou com o biquinho e gemendo se curvou abocanhando-o, passando a língua vagarosamente pelo biquinho mordiscando entre uma lambida e outra. Suspirávamos, estávamos em extâse. Não pude me conter, precisava conferir a resposta de seu corpo e passei minha mão por cima de sua calça sentindo o seu pau duro, como se quisesse explodir para fora, apertei-o delicadamente. Nesse momento sua mão que alisava minhas pernas subiu, tateando-me por entre as minhas pernas, até que pude sentir o seu dedo dentro de mim. Eu estava totalmente lambuzada, lubrificada, quente, jorrando todo o meu nectar e implorando por vc.
Nos afastamos, nos beijamos e vc ligou o carro. Já não podíamos mais esperar.


Publicado em : Eróticos, Contos Eróticos
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Comentários (2)
Postado em E.Oliver, em 01-11-2008 18:11, , Membro Registado
Ola... Você promete, tens as palavras certas pros momentos adequados. ESCREVA MAIS e MAIS.. por favor. 
É bom conhecer novos promissores talentos. 
E.Oliver.
 
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Postado em love, em 04-10-2008 15:41, , Membro Registado
:) caraca!!!!!!
 
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