| Quando as almas encontram-se |
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...Flui num rio lapidando as pedras, Percorrendo caminhos tortuosos, Para desaguar na imensidão do oceano, De avassaladores sentimentos. No mais ínfimo dos gestos, Trocas de cumplicidade no olhar, Do riso exposto, abraços intercalados, Na magia do envolvimento. Quando as almas encontram-se, Quebra-se o gelo, encurta-se distancias, Os melindres ofuscam-se sozinhos, Edifica-se compromisso e zelo. Do sonho á realidade, Num piscar de olhos, Minh´alma que na tua completa-se, Em tela de poema sendo escrita. Á mesa sorrisos de bandeja A alma ousou mesclar versos, Com tanta destreza. O sentimento pede a vez, Para expressar em gestos de carinho, A lagrima desce a tez, no coração pede abrigo.
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